Arquivo paraFevereiro, 2009

Antes de dizer a seu filho “Jesus te ama”, diga-lhe: “eu te amo”.

380793A Igreja ensina que os primeiros catequistas são os pais. É no colo deles que toda criança deve aprender conhecer a Deus, aprender a rezar e dar os primeiros passos na fé; conhecer os Mandamentos e os Sacramentos.

Os pais são educadores naturais, e os filhos assimilam seus ensinamentos sem restrições. Será difícil levar alguém para Deus, se isto não for feito, em primeiro lugar, pelos pais. É com o pai e a mãe que a criança tem que ouvir em primeiro lugar o nome de Jesus Cristo, sua vida, seus milagres, seu amor por nós, sua divindade, sua doutrina… Eles são os responsáveis a dar-lhes o Batismo, a Primeira Comunhão, a Crisma e a catequese.

Quando fala aos pais sobre a educação dos filhos, São Paulo recomenda: “Pais, não exaspereis os vossos filhos. Pelo contrário, criai-os na educação e na doutrina do Senhor” (Ef 6, 4). Aqui está uma orientação muito segura para os pais. Sem a “doutrina do Senhor”, não será possível educar. Dom Bosco, grande “pai e mestre da juventude”, ensinava que não é possível educar sem a religião. Seu método seguro de educar estava na trilogia: amor – estudo – religião.

Nunca esqueci o Terço que aprendi a rezar aos cinco anos de idade, no colo de minha mãe. Pobre filho que não tiver uma mãe que lhe ensine a rezar! Passei a vida toda estudando, cheguei ao doutorado e pós – doutorado em Física, e nunca consegui esquecer a fé que herdei de meus pais; é a melhor herança que deles recebi. Não é verdade que a ciência e a fé são antagônicas; essa luta só existe no coração do cientista que não foi educado na fé, desde o berço.

Os pais não devem apenas mandar os seus filhos à igreja, mas, devem levá-los. É vendo o pai e a mãe se ajoelharem, que um filho se torna religioso, mais do que ouvindo muitos sermões. A melhor maneira de educar, também na fé, é pelo exemplo. Se os pais rezam, os filhos aprender a rezar; se os pais vivem conforme a lei de Deus, o filhos também vão viver assim, e isto se desdobra em outros exemplos. Os pais precisam rezar com os filhos desde pequenos, cultivar em casa um lar católico, com imagens de santos em um oratório, o crucifixo nas paredes, etc.; tudo isso vai educando os filhos na fé. Alguém disse um dia, que “quando Deus tem seu altar no coração da mãe, a casa toda se transforma em um templo.”

Não apenas leve seu filho à Igreja, mas ensine-o a rezar; leve-o ao grupo de oração, aos Encontros da fé, leia com ele a Biblia e lhe explique, etc. Tudo isso vai moldando a sua fé.

Um aspecto importante da educação religiosa de nossos filhos está ligado com a escola. Infelizmente hoje se ensina muita coisa errada em termos de moral nas escolas; então, os pais precisam saber e fiscalizar o que seus filhos aprendem ali. Infelizmente hoje o Governo está colocando até máquinas para distribuir “camisinhas” nas escolas. Os filhos precisam em casa receber uma orientação muito séria sobre a péssima “educação sexual” que hoje é dada em muitas escolas, afim de que não aprendam uma moral anti-cristã. Outro cuidado que os pais precisam ter é com a televisão; saber selecionar os programas que os filhos podem ver, sem violência, sem sexo, sem massificação de consumo, etc. Hoje temos boas tvs religiosas. A televisão tem o seu lado bom e o seu lado mau. Cabe a nós saber usá-la. Uma criança pode ficar até cerca de 700 horas por ano na frente de um televisor ligado. Mais uma vez aqui, é a família que será a única guardiã da liberdade e da boa formação da criança. Os pais precisam saber criar programas alternativos para tirar as crianças da frente da TV; brinquedos, jogos, estórias, etc. Da mesma forma a internet; os pais não podem descuidar dela.

Mas, para levar os filhos para Deus é preciso também saber conquista-los. O que quer dizer isso? Dar a eles tudo o que querem, a roupa da moda, a camisa de marca, o tênis caro…? Não, você conquista o seu filho com aquilo que você é para o seu filho, não com aquilo que você dá a ele. Você o conquista dando-se a ele; dando o seu tempo, o seu carinho, a sua atenção, ajudando-o sempre que ele precisa de você. Saint Exupéry disse no Pequino Príncipe: “Foi o tempo que você gastou com sua rosa que fez ela ser tão importante para você”.

Diante de um mundo tão adverso, que quer arrancar os filhos de nossas mãos, temos de conquistá-los por aquilo que “somos” para eles. É preciso que o filho tenha orgulho de seus pais. Assim será fácil você o levar para Deus. Muitos filhos não seguem os pais até a Igreja porque não foram conquistados pelos pais.

Conquistar o filho é respeitá-lo; é não o ofender com palavras pesadas e humilhantes quando você o corrige; é ser amigo dos seus amigos; é saber acolhe-los em sua casa; é fazer programas com ele, é ser amigo dele.

Enfim, antes de dizer a seu filho “Jesus te ama”, diga-lhe: “eu te amo”.

Felipe Aquino
felipeaquino@cancaonova.com
Prof. Felipe Aquino, casado, 5 fihos, doutor em Física pela UNESP. É membro do Conselho Diretor da Fundação João Paulo II. Participa de Aprofundamentos no país e no exterior, já escreveu 60 livros e apresenta dois programas semanais na TV Canção Nova: “Escola da Fé” e “Trocando Idéias”. Conheça mais em www.cleofas.com.br

Fonte:http://www.cancaonova.com/portal/canais/formacao/internas.php?id=&e=11146

Você Conhece a Deus???

conhecendo Agora eu respondo: Somente agora eu conheço o Senhor de verdade! Antes eu só O conhecia de ouvir falar. (Jó 42:5 BV)

No fim do livro de Jó, ele mesmo chega a uma conclusão muito importante: Apesar de ser um homem temente a Deus e que tinha o próprio testemunho dEle, ele não O conhecia de verdade. Infelizmente isso é muito comum, muitos cristãos ainda não conhecem ao Senhor, apenas ouvem falar dEle. Nós, cristãos, temos uma grande vantagem sobre Jó: O Espírito Santo de Deus derramado sobre as nossas vidas.

Características de Quem Apenas Ouve Sobre Deus, mas não o conhecem ainda:

Ansiedade – Jó chegou a esta conclusão no fim do livro, o que indica que no início não era assim. Então recorramos a Jó 3:25-26: Aquilo que temo me sobrevém, e o que receio me acontece. Não tenho descanso, nem sossego, nem repouso, e já me vem grande perturbação. Podemos ver que Jó não vivia descansado, sossegado. Esta é uma forte característica de quem não conhece a Deus: viver em constante preocupação, stress. Jesus disse: Não andeis ansiosos (Lc 12:22). Paulo tambem escreve isso em Filipenses 4:6.

Não cumpre os mandamentos, a Palavra de Deus – O fato de uma pessoa frequentar uma igreja e, até mesmo, ter o rótulo de cristão não significa que pratique a Palavra e os Mandamentos de Deus. E 1Jo 2:4 (ARA) deixa isto muito claro: Aquele que diz: Eu conheço-o e não guarda os seus mandamentos é mentiroso, e nele não está a verdade.

Permanece no Pecado – Portanto, se permanecermos junto dEle, e lhe formos obedientes, não pecaremos também; mas aqueles que continuam a pecar, devem entender isto: eles pecam porque realmente nunca O conheceram nem chegaram a ser dele (1Jn 3:16 BV)

O que Fazer para conhecê-lo?

Como disse anteriormente, nós cristão temos uma grande vantagem sobre Jó: Jesus rogou por nós. Como assim?? Nós vemos Jesus rogando por Pedro para não desfalecer na fé (Lc 22:32). E mais tarde podemos ver Pedro, apesar de ter negado a Jesus, liderando a Igreja, ressuscitando mortos, curando enfermos, etc..
Mas o que não percebemos é que Jesus tambem rogou por nós. E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, a fim de que esteja para sempre convosco, o Espírito da verdade, que o mundo não pode receber, porque não no vê, nem o conhece; vós o conheceis, porque ele habita convosco e estará em vós (Jo 14:16-17).
Mas para que?? Para, assim como Pedro, não desfalecermos na fé. Como: Andando no Espírito. Digo, porém: andai no Espírito e jamais satisfareis à concupiscência da carne (Gal 5:16). Não cumprindo as concupiscência, não há pecado.
Mas tambem pela necessidade de termos um Consolador. Ec 4:1(ARC) diz: Depois, voltei-me e atentei para todas as opressões que se fazem debaixo do sol; e eis que vi as lágrimas dos que foram oprimidos e dos que não têm consolador; e a força estava da banda dos seus opressores; mas eles não tinham nenhum consolador.
Ainda tem mais, voltando ao assunto inicial, a bíblia declara que quando vier, porém, o Espírito da verdade, ele vos guiará a toda a verdade; porque não falará por si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido e vos anunciará as coisas que hão de vir (Jo 16:13).Jesus disse que Ele é a verdade (Jo 14:6). O Espírito Santo, o Consolador nos guiará no conhecimento do Senhor. Você ainda tem dúvidas, então leia isto:
Entretanto, expomos sabedoria entre os experimentados; não, porém, a sabedoria deste século, nem a dos poderosos desta época, que se reduzem a nada; mas falamos a sabedoria de Deus em mistério, outrora oculta, a qual Deus preordenou desde a eternidade para a nossa glória(…) Mas Deus no-lo revelou pelo Espírito; porque o Espírito a todas as coisas perscruta, até mesmo as profundezas de Deus (1Co 2:6-7,10).

O Espírito Santo foi enviado com o propósito de conhecermos melhor a Deus, como diz no versiculo anterior, as profundezas. A fim de poderdes compreender, com todos os santos, qual é a largura, e o comprimento, e a altura, e a profundidade e conhecer o amor de Cristo, que excede todo entendimento, para que sejais tomados de toda a plenitude de Deus (Ef 3:18-19).
Jesus declarou aos seus discípulos : Tenho ainda muito que vos dizer, mas vós não o podeis suportar agora (Jo 16:12). Logo após, Ele diz que enviaria o Consolador. Para que possamos conhecer a Deus. Chega de apenas ouvir falar dEle. Conheça-o e prossiga no conhecimento (Os 6:3). O problema é que muitas pessoas não proseguem, porém o conhecimento de Deus é infinito assim como Ele é eterno.
Jó descobriu isso, e nós quando vamos acordar para este fato??? Lembre-se nós temos mais que Jó, temos o Espírito Santo de Deus, o nosso Consolador. Há muita gente sofrendo por falta de um Consolador, mas Jesus O enviou para nós. Infelizmente, os demônios opressores ainda estão prevalecendo sobre muitas vidas. Há pessoas que, mesmo batizadas no Espírito Santo, não O ouvem e não se aproximam dEle. E por isso não fazem uso desta dádiva que Deus nos presenteou.

Textos Bíblicos tirados da Biblia Eletrônica E-sword. Salvo os versículos identificados com ARC (Almeida Revista e Corrigida) e BV (Bíblia Viva) Todas as demais correspondem à tradução ARA (Almeida Revista e Atualizada).

ORAÇÃO EFICAZ

C. H. Spurgeon

“Ah, se eu soubesse onde encontrá-lo, e pudesse chegar ao seu tribunal! Exporia ante ele a minha causa e encheria a minha boca de argumentos.” – Jo 23:3, 4

Em sua mais extrema aflição Jó clamou ao Senhor. O supremo desejo de um aflito filho de Deus é, uma vez mais, ver a face de seu Pai. Sua primeira oração não é, “Ah, se eu pudesse ser curado da enfermidade que agora enche meu corpo de chagas!” nem, “Ah, se eu pudesse ver meus filhos trazidos de volta das profunde¬zas da morte e minhas propriedades mais uma vez reavidas das mãos do espoliador!”, mas seu primeiro e mais profundo clamor é, “Ah, se eu soubesse onde encontrá-lo – aquele que é o meu Deus! – e pudesse chegar ao Seu tribunal!”
‘Os filhos de Deus correm para casa quando chega a tempestade. É instinto natural de uma pessoa salva buscar abrigar-se de todos os males sob as asas do Senhor. “Aquele que fez de Deus o seu refúgio”, poderia servir como título para um verdadeiro crente. Um hipó¬crita, quando sente que foi afligido por Deus, se revolta contra a aflição e, como um escravo, foge de seu mestre que o açoitou; o mesmo, no entanto, não acontece com um verdadeiro herdeiro do céu; ele beija a mão que o castigou e busca abrigar-se da vara no seio do mesmo Deus que lhe havia repreendido,
Você perceberá que o desejo de ter comunhão com Deus se intensifica devido terem fracassado todas as outras fontes de consolação. Quando Jó viu seus amigos pela primeira vez à distância, talvez ele tenha alimentado a esperança de que a ternura deles e seus conselhos bondosos mitigassem suador, mas logo depois que eles falaram ele clamou com amargura: “Todos vós sois consoladores molestos.” Eles puseram sal em suas feridas, agravaram sua tristeza, aumentaram censuras acrimoniosas ao amargor de suas aflições. No calor do seu sorriso, anteriormente eles desejaram se aquecer, porém agora ousam duvidar da sua reputação da forma mais injusta e ingrata. Assim sendo, o patriarca volveu–se de seus amigos pessimistas e olhou para o trono celestial, do mesmo modo que um viajante se volta do seu cantil vazio, indo às pressas para o poço. Ele des¬carta as esperanças terrenas e exclama: “Ah, se eu soubesse onde encontrar meu Deus!” Nada nos ensina melhor quão precioso é o Criador, do que a percepção da futilidade de tudo que nos cerca. Quando você se sente terrivelmente afligido pelo juízo, “Maldito o homem que confia no homem e faz da carne o seu braço”, então você fruirá indizível doçura desta segurança divina: “Bem-aventurado aquele cuja confiança está no Senhor e cuja esperança é o Senhor”* Afastando-se com desdenhoso amargor dos favos da terra, onde não encontrou mel, e sim afiados aguilhões, você se regozijará nAquele cuja palavra fiel é mais doce do que o mel ou o favo de mel.
Podemos observar ainda que, embora um bom homem se dirija apressadamente a Deus quando em problemas, e corra velozmente por causa da falta de bondade de seus amigos, muitas vezes a alma redimida é privada da confortável presença de Deus. Esta é a pior de todas as tristezas; o clamor neste texto é um dos gemidos mais profundos de Jó, muito mais profundo do que qualquer outro que tenha surgido por causa da perda de seus filhos e propriedades: “Ah, se eu soubesse onde encontrar meu Deus!” A pior de todas as perdas é perder o sorriso do meu Deus. Já experimentou, então, algo da amargura do clamor de seu Redentor; “Deus meu, Deus meu, porque me desamparastes?” A presença de Deus está sempre com o Seu povo, em certo sentido, quanto a sustentá-lo secretamente, mas Sua presença manifesta eles não gozam constantemente. Assim como a esposa no Cantares de Salomão, eles buscam seu amado pela noite sobre sua cama, procuram-no mas não o acham, e embora se levantem e perambulem pela cidade não podem encontrá-lo, e esta pergunta pode ser feita ansiosamente a todo instante: “Tendes visto aquele a quem minha alma ama?” Você pode ser amado por Deus e não ter consciência desse amor em tua alma. Você pode ser tão querido ao Seu coração como o pró¬prio Jesus Cristo e, no entanto, momentaneamente ser abandonado por Ele, assim como num breve momento de ira Ele pode esconder-Se de você.
Mas, nessas ocasiões o desejo da alma crente aumenta em intensidade devido a luz de Deus ter-lhe sido retirada. Ao invés de dizer orgulhosamente: “Bem, se Ele me deixou então terei que passar sem Ele; se não posso ter Sua confortadora presença devo lutar da melhor forma possível”, a alma exclama: “Não, é a minha própria vida, preciso ter o meu Deus. Pereço, atolo-me em profundo lamaçal, onde se não pode estar em pé, e nada a não ser o braço de Deus pode me libertar”. A alma agraciada se empenha com zelo redobrado para encontrar a Deus, e envia aos céus seus gemidos, súplicas, soluços e suspiros com mais freqüên¬cia e mais fervor. “Ah, se eu soubesse onde encontrá-lo!” Distância ou fadiga não são nada, se a alma somente soubesse para onde ir, logo percorreria a distância. Ela não faz nenhuma exigência acerca de montanhas ou rios, mas promete que se soubesse, chegaria mesmo até ao Seu tribunal. Minha alma em seu desejo ardente quebraria paredes de pedra ou escalaria as ameias dos céus para alcançar seu Deus, e embora existisse sete infernos entre eu e Ele, mesmo assim, encararia as chamas se apenas pudesse alcançá-lO. Nada me desanimaria se tivesse esperança de, ao final, permanecer em Sua presença e sentir o delírio do Seu amor. Esse me parece ser o estado mental no qual Jó proferiu as palavras que estamos considerando.
Mas não podemos parar neste ponto. Parece que o alvo de Jó em desejar a presença de Deus, era para que pudesse orar a Ele. Jó havia orado, porém queria sentir–se na presença de Deus. Ele desejava suplicar ante Alguém que o ouviria e o ajudaria. Ansiava ardentemente expor o seu caso diante do Juiz imparcial, diante da face do Deus todo sábio; e passando das cortes inferiores, onde seus amigos emitiram juízo injusto, ele queria ape¬lar para o Tribunal Superior de justiça – o Alto Tribunal do céu. Lá, segundo ele, “Com boa ordem exporia ante ele a minha causa, e a minha boca encheria de argumentos”.
Neste último versículo citado, Jó nos ensina como ele almejava suplicar e interceder diante de Deus. De certa forma, ele nos revela os segredos do seu íntimo e nos mostra a arte da oração. Aqui somos incorporados ao grêmio dos suplicantes; é-nos mostrado a arte e o mistério da súplica; aqui se nos ensina a abençoada ciência e habilidade da oração, e se nós nos tornarmos aprendizes de Jó, e se pudermos receber uma lição do seu Mestre, poderemos adquirir bastante habilidade para interceder diante de Deus.

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MALAQUIAS

UMA RELIGIÂO SINCERA

Estimulada pelos profetas Ageu e Zacarias, a comunidade judaica, voltando do exílio da Babilônia, reconstruiu o Templo de Jerusalém e retornara sua vida normal. Entretanto cinqüenta anos depois, o desleixo e apatia tomam conta da comunidade. E a fé não é mais força de vida, mas simples culto formalista. Nessa época surge o último dos profetas clássicos. Ele mostra que a submissão à um frio código de leis não tem sentido; Deus que ama como pai, exige uma resposta urgente e espera um comportamento de respeito e amor (1,6). Tal resposta não deve ser dada com palavras, mas na pratica: uma liturgia celebrada com vida e coração (1,6.2,9.3,6-12),uma vida matrimonial responsável (2,10-16) e um relacionamento social baseado na justiça (3,4-5).
Em estilo de perguntas e respostas, Malaquias obriga os ouvintes a rever a própria fé e lutar contra a hipocrisia de uma religião desligada da vida cotidiana e da pratica da justiça.
Malaquias anuncia também um misterioso mensageiro (3,1), no qual os evangelistas reconhecem João Batista, o precursor de Jesus.

Bíblia salva jovem americano da morte

Bala acertou Biblia que menino segurava e salvou sua vida.

Bala acertou Biblia que menino segurava e salvou sua vida.

Uma bíblia pode ter salvo a vida de um jovem americano depois que sua mãe atirou nele a curta distância.

A bala acertou a bíblia que Kenneth Wallace, 16 anos, segurava e ele escapou ileso.

Mas seu irmão James, 6 anos, foi morto a tiros pela mãe um pouco mais cedo, quando assistia televisão em casa, em North Fort Myers, na Flórida.

A mãe, Leslie Wallace, 39 anos, foi perseguida pela polícia e levou alguns tiros. Ela está internada num hospital em estado grave.

A polícia disse que não sabe o motivo dos ataques, mas acredita que Leslie Wallace, ex-integrante da Marinha americana, estava tomando anti-depressivos.

A polícia disse que ela matou o filho James no domingo de manhã e depois seguiu para a igreja New Wine Ministries.

Lá ela atirou contra o filho Kenneth, que esperava do lado de fora segurando a bíblia e um casaco.

O vice-xerife local, Larry King, disse que se ele não estivesse segurando a bíblia, poderia ter morrido, ou ter ficado gravemente ferido.

Depois, Leslie seguiu em direção à pizzaria onde o filho mais velho, Gregory, 19 anos, trabalha.

Mas ele já havia sido avisado e não deixou o prédio.

Leslie então ligou para a polícia e contou que havia matado seu filho mais novo.

A polícia chegou até a pizzaria, onde a capturou depois de troca de tiros.

Ouça a uma ilustração sobre este caso – A_mae_assassina-Biblia_salva.mp3

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É CARNAVAL, E O QUE É ISSO?

carnaval_sol_autoconfianca_23021 Dez mil anos antes de Cristo, homens, mulheres e crianças se reuniam no verão com os rostos mascarados e os corpos pintados para espantar os demônios da má colheita. As origens do carnaval têm sido buscadas nas mais antigas celebrações da humanidade, tais como as Festas Egípcias que homenageavam a deusa Isis e ao Touro Apis.

Os gregos festejavam com grandiosidade nas Festas Lupercais e Saturnais a celebração da volta da primavera, que simbolizava o Renascer da Natureza. Os romanos adoravam comemorar com orgias, bebedices e glutonaria.

A Bacchalia era a festa em homenagem a Baco, deus do vinho e da orgia, na Grécia, havia um deus muitíssimo semelhante a Baco, seu nome era Dionísio, da Mitologia Grega, Dionísio era o deus do vinho e das orgias ou Bacanal.

“O Bacanal ou Bacchanalia era o Festival romano que celebrava os três dias de cada ano em honra a Baco, deus do vinho. Bebedices e orgias sexuais e outros excessos caracterizavam essa comemoração.

O CARNAVAL NO BRASIL
O carnaval foi chamado de Entrudo (Folguedo carnavalesco antigo, que consistia em lançar uns aos outros água, farinha, tinta e etc.) por influência dos portugueses da Ilha da Madeira, Açores e Cabo Verde, que trouxeram a brincadeira de loucas correrias, mela-mela de farinha, água com limão, no ano de 1723, surgindo depois as batalhas de confetes e serpentinas. No Brasil o carnaval é festejado tradicionalmente no sábado, domingo, segunda e terça-feira anteriores aos quarentas dias que vão da quarta-feira de cinzas ao domingo de Páscoa.

Na Bahia é comemorado também na quinta-feira da terceira semana da Quaresma, mudando de nome para Micareta. Esta festa deu origem a várias outras em estados do Nordeste, todas com características baiana, com a presença indispensável dos Trios Elétricos e são realizadas no decorrer do ano; em Fortaleza realiza-se o Fortal; em Natal, o Carnatal; em João Pessoa, a Micaroa; em Campina Grande, a Micarande; em Maceió, o Carnaval Fest; em Caruaru, o Micarú; em Recife, o Recifolia, etc.

No Brasil, o evento é a maior manifestação de cultura popular, ao lado do futebol. É um misto de folguedo, festa e espetáculo teatral, que envolve arte e folclore. Na sua origem, surge basicamente como uma festa de rua. Porém, na maioria das grandes capitais, acaba concentrado em recintos fechados, como sambódromos e clubes.

ORIGEM DA PALAVRA CARNAVAL
São varias as versões sobre a origem da palavra Carnaval. No dialeto milanês, Carnevale quer dizer “o tempo em que se tira para o uso da carne”.

Nós, não devemos concordar de modo algum com essa comemoração que na verdade é em homenagem a um falso deus, patrono da orgia, da bebedice e dos excessos.
Talvez você não concorde comigo, mais veja o que diz a palavra de DEUS:

“Porque os que são segundo a carne inclinam-se para as coisas da carne; mas os que são segundo o ESPÍRITO para as coisas do ESPÍRITO. Porque a inclinação da carne é morte; mas a inclinação do ESPÍRITO é vida e paz. (Rm. 8:5-6)

Você pode está se perguntando a inclinação da carne leva a morte?
De que morte ele está falando?

Estou falando da morte eterna, O homem morre quando permanece longe de DEUS, e o que afasta o homem de DEUS é o pecado, que é manifesto justamente pelas obras da carne. E vivendo na pratica do pecado, ou seja, se inclinando para a carne não poderá herdar a vida eterna que DEUS em JESUS CRISTO preparou para nós.

Temos um texto na palavra de Deus que nos explica com muita clareza esse assunto:

“Ora, as obras da carne são conhecidas e são: prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçarias, inimizades, porfias, ciúmes, iras, discórdias, dissensões, facções, invejas, bebedices, glutonarias e coisas semelhantes a estas, a cerca das quais vos declaro, como já, antes vos disse, que os que cometem tais coisas não herdarão o Reino de DEUS. (Gl. 5:19-20).”

O que você acabou de ler está presente na festa da carne (carnaval), e todas essas praticas e também as que são semelhantes a essas nos afastam de DEUS, ou melhor, nos tornam inimigos de DEUS.

Veja:
“Porquanto a inclinação da carne é inimizade contra DEUS, pois não é sujeita à lei de DEUS, nem em verdade o pode ser; e os que estão na carne não podem agradar a DEUS. (Rm. 8:7-8)”.

Pense nisso tome uma posição e entregue a sua vida ao ÚNICO, SUFICIENTE, EXCLUSIVO E ETERNO SALVADOR JESUS CRISTO o único que pode te livrar da morte e perdoar todos os teus pecados. Procure uma igreja da Paz e Vida mais próxima de você e tome essa decisão o mais rápido possível.

Ouça e assista a estas mensagens sobre o Carnaval:

Vídeo – Carnaval-a_festa_da_carne.wmv

Carne_Versus_espírito.zipO_Primeiro_Carnaval_na_Biblia.zip
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Marcadores: Juanribe Pagliarin, Respostas Bíblicas / Seitas e Heresias

Veja com a lupa do Evangelho

lupaEu sou cristão, mas isso não inibe meus ímpetos de pesquisador e aventureiro. Esta última condição me levou a conhecer muitos guetos curiosos no meio “cristão”. Fui a cultos patrocinados pela ala conservadora, tradicional, ortodoxa, evangelical, liberal, carismática, ecumênica, católica, católica-carismática, pentecostal, neopentecostal e pós-pentecostal. Participei de reuniões de crianças, juvenis, jovens, adultos, casais, universitários, homens/mulheres de negócio, negros/as, indígenas, capitalistas de “Cristo”, socialistas de “Cristo”, sem-teto, cristãos/ãs alternativos/as, punks, metaleiros/as, góticos/as, skatistas, surfistas, sem-terra, judeus messiânicos, elites e excluídos/as de Jesus. Até aqui eu não fugi muito daquilo que é convencional.

Pois bem, experimentei as sextas-feiras da libertação, reuniões das células, noites da unção (do riso, do choro, do grito, do índio, do salto, do grude, do sapato de fogo, do “ei”, do suco, do dente de ouro, do sopro, da dança dos anjos, da lagartixa, dos quatro seres viventes, do piolho etc.), encontrão, encontros com Deus, fogueirinhas, noites da cura divina, vigílias, cultos no monte, convenção para quebra de maldições, encontros de regressão ao ventre materno, retiro espiritual durante três e sete dias, aulas de línguas estranhas, cultos da fogueira, rejeição de pactos demoníacos, cultos para receber o Batismo do Espírito Santo, ministração de técnicas para um louvor que dê resultados eficazes, noite de intercessão pelas cédulas de identidade, roupas e fotos de familiares, encontros para encontrar a cara-metade, campanhas para obter emprego, casamento, livramento, união familiar, jejuns (dias inteiros, meio dia, uma refeição, e jejuns de televisão, namoro, brincadeiras e esportes), votos de submissão, curas espirituais, marchas, reivindicação espiritual de localidades para Jesus, entre outras coisas que eu não consigo me lembrar.

Muitas destas “excentricidades” foram pagas por mim, porém durante um bom tempo (até 1997) quem patrocinava as minhas estripulias espirituais eram meus pais… É cada uma que a gente faz… Em meio a todos estes cultos, reuniões e experiências, apesar da sinceridade de tantos/as, algumas vezes eu me perguntei: Em qual lugar esconderam o Evangelho? Por que Jesus não está presente? O que fizeram com o Espírito Santo? A qual “deus” estão se referindo? Aquele que tem a sua vida radicalmente transformada por Jesus Cristo faz perguntas como estas… mas, nem sempre obtém as respostas. A vida de Cristo deve nos ajudar a filtrar tudo aquilo que lemos, ouvimos e experimentamos. Quem tem a lupa do Evangelho veja…

Graça, paz e bem!

momento_gospel

Fonte:http://edemirantunes.blogspot.com/

APOCALIPSE NOW

4-cavalos-do-apocalipseO livro do Apocalipse sempre me interessou. Me lembro que aos 13 anos, recém-convertido, li o livro de Lawrence Olson, “O Alianhamento dos Planetas”. Houve entre alguns, o pensamento que Cristo poderia voltar naquele ano de 1982, quando estaria ocorrendo o fenômeno. Mas o alinhamento dos planetas aconteceu, e Jesus não voltou. Entre 1985 a 1987, houve um frenesi de alguns pregadores, no meio evangélico, dizendo que o Segundo Advento ocorreria em 1988. Naquele ano, Israel faria 40 como nação. Justificavam a teoria, dizendo que na Bíblia uma geração era de 40 anos, e usavam a frase de Jesus “Não passará esta geração”. Mas, 1988 chegou e nada aconteceu. Depois, na passagem para o ano 2000, ocorreu a mesma coisa. Só que, às vezes o pessoal esquece que, ninguém é secretário da Santíssima Trindade, para saber o dia da vinda do Senhor. Jesus disse que “acerca daquele dia e hora, ninguém sabe, nem os anjos, nem o Filho, mas o unicamente o Pai”. Somos instruídos nos Evangelhos, para olhar para os “sinais dos tempos” e não datas específicas. Sei que, quando se fala em escatologia (doutrina das últimas coisas), existe várias linhas de pensamento no meio cristão sobre o assunto. Mas, não é meu propósito aqui, ficar debatendo: amilenismo, pré-tribulacionismo, pré e pós-milenismo e etc. Eu fico vendo essas discussões intermináveis dos “teólogos”, sobre quem vai ser o anticristo, se o arrebatamento é antes, durante ou depois da grande tribulação, se o milênio é literal ou não, e por aí vai. Gente! Como se diz no popular: “o mundo tá acabando e será que ninguém percebe?”. Parece o filme Titanic, quando o navio estava afundando e um cara estava louco da vida, querendo pegar o DiCaprio, porque estava com a noiva dele. Enquanto isso, o capitão do navio, tomava o seu chá na sua hora britânica. Outros, naquele momento terrível, ainda querendo tirar proveito das pessoas, para ceder lugares nos botes salva-vidas, que eram poucos. A palavra crise é muito comum nesses dias: crise americana, crise energética e agora fala-se na crise de alimentos. Li o comentário da economista Míriam Leitão, no jornal “O Globo”, em que ela diz que, os líderes mundiais estão batendo cabeça para saber o que fazer. Ao mesmo tempo, em que há um aquecimento global no clima, há um esfriamento do amor nos corações dos humanos. O Apocalipse está sendo aberto diante de nós, e muitos ainda não se deram conta disso. Os profetas hoje, são os cientistas, jornalistas, ecologistas. As pedras estão clamando. É hora, de ler e aplicar o Evangelho para a vida e não ficar em discussões intermináveis, que não levam a lugar nenhum. Eu não sei quando será a volta de Jesus, mas sei que ele vem. Não vou ficar discutindo, se o arrebatamento é antes, durante ou depois de algum evento. Só sei, que quando acontecer, eu subo. Meu bilhete já está pago, e o Comandante já avisou que, ele mesmo vai chamar os passageiros. A vinda de Jesus, não pode ser vista como um filme de terror, porque na verdade, ela é a esperança da Igreja. Diz o apóstolo Pedro: “Nós segundo a sua promessa aguardamos novos céus e nova terra, nos quais habita a justiça”. E ainda, o apóstolo Paulo: “Consolai-vos uns aos outros com estas palavras”.
apocalipse-now

Fonte: http://www.juberdonizete.blogspot.com

Adoração na igreja evangélica contemporânea!

musicaHá dois tipos de música, a boa e a ruim — seja ela erudita, MPB, sertaneja, reggae, rap, rock ou gospel. O que me surpreende é a capacidade de o mercado absorver a música ruim. Com a proliferação de compositores, intérpretes, bandas e gravadoras, o cenário evangélico não poderia ser diferente. Tem música boa, mas também tem muita música ruim.

Passamos séculos louvando a Deus com hinos históricos da Reforma. Bastava um hinário, e tínhamos músicas com letras densas, boa teologia e linha melódica harmoniosa. Nos últimos anos surgiu o que chamamos de louvorzão. Jogamos fora os hinários, a liturgia, aposentamos o piano e o coral e introduzimos a guitarra, a bateria, o data-show, as coreografias e a aeróbica. Surgiu também a figura do dirigente de louvor, responsável por animar a congregação. Daí para a frente há muito barulho, muitas palmas, muitas mãos levantadas, muitos abraços, muitas caretas e cenho franzido. Mas a pergunta que fica é: temos adoração?

O lado positivo do louvorzão é o interesse e a integração na igreja de milhares de jovens. Trata-se de uma oportunidade única para ensinar estes jovens, através do exemplo e da Palavra, o caminho do discipulado de Cristo. Mas fica a pergunta: estarão estes jovens crescendo na santidade e no serviço? Alguns cultos se tornaram verdadeiras produções dignas da Broadway. Músicos profissionais, cenários, bailarinos e iluminação. Mas fica uma pergunta: toda esta parafernália cênica tem levado o povo de Deus a uma genuína adoração?

A história da Igreja é rica em manifestações artísticas. Ao longo do tempo o louvor foi expresso através de várias expressões musicais. O canto gregoriano, o barroco, os hinos da Reforma, o negro espiritual e os cânticos contemporâneos deixaram sua musica_dancacontribuição à boa música ao longo destes últimos séculos.Trata-se, portanto, de um equívoco jogar fora toda a herança histórica e achar que esta geração descobriu a forma certa de louvar. Se olharmos do ponto de vista musical veremos que a história nos legou uma herança preciosa. Na cultura gospel do louvorzão tem muita música ruim, muita letra questionável e muito dirigente de louvor que mais parece um animador de auditório.

A igreja pode ser a ponte entre as gerações, entre o antigo e o novo e integrar na adoração tudo o que há de bom na sua herança histórica. Tem muita gente cansada do louvorzão barulhento de letras rasas, de bandas que tocam no último volume, de coreografias esvoaçantes e de ordens do dirigente para abraçar o irmão da frente, de trás e do lado dizendo que o amamos. É constrangedor abraçar alguém e dizer que o amamos quando nem sequer o conhecemos. A igreja perde quando a ênfase do louvor se desloca da congregação para o palco. Com raras exceções a música é ruim, a letra não tem nada a ver com a realidade do cotidiano ou a teologia reformada e a performance no palco é apelativa.

A igreja perde quando se torna parecida com um programa de auditório e já não cultiva a boa música com cordas, sopros, bons arranjos, corais, quartetos. E perde muito mais quando a adoração se torna um evento estimulado sensorialmente e não uma melodia que emerge de um coração quebrantado e temente a Deus. Adoração é sempre uma resposta humilde, alegre, reverente àquilo que Deus é e faz. Adoramos porque algo aconteceu, algo nos foi revelado, e não o contrário, como pensam alguns, que recebemos a revelação e as coisas acontecem porque adoramos. A igreja perde quando não há reverência ou temor. O que resta é euforia, excitação e sensações prazerosas. O que é bom em si mesmo, mas não é necessariamente adoração. É um equívoco pensar que Deus se impressiona com nossos cultos de domingo. Antes, ele acolhe muito mais nossos gestos simples do cotidiano, fruto de um coração humilde e quebrantado, que busca se desprender de ambições e serve ao próximo com alegria.

Adoração não é um evento domingueiro bem produzido, mas um estilo de vida que glorifica ao Senhor. Durante séculos a arquitetura das igrejas e das catedrais destinou o balcão posterior ao coro, ao órgão e à orquestra. Na igreja da Reforma os músicos e o coro se posicionavam na parte da frente da nave, mas sempre ao lado. Mesmo o púlpito não estava no centro, mas ao lado. No centro havia, quando muito, alguns símbolos da fé, que ajudam a despertar a consciência para a experiência do sagrado, com destaque para a mesa do Senhor.

A congregação ficava em face ao altar de Deus, sem que nada se interpusesse entre a Santa Presença e a congregação. Este lugar só pode ser ocupado por Jesus Cristo. Ele é o único mediador, ele é o único que pode dirigir o louvor. Hoje o que se vê é o apóstolo, o bispo, o pastor, o dirigente de louvor e a banda ocupando este lugar, nos levando de volta à Antiga Aliança, quando sacerdotes e levitas eram mediadores entre Deus e os homens.

A conseqüência é uma geração de crentes que dependem de homens, coreografias e data-shows para adorar e para ouvir a voz de Deus.O verdadeiro pastoreio consiste em ajudar homens e mulheres a dependerem do Espírito Santo para seguirem a Cristo, que os leva ao seio do Pai. Ajudar homens e mulheres a crescerem e amadurecerem na fé, na esperança e no amor, integrando adoração, oração e leitura das Escrituras no seu cotidiano.A contextualização se tornou uma armadilha na qual a igreja caiu. Na tentativa de se identificar com o mundo ela ficou cada vez mais parecida com ele. A cultura gospel é autocentrada, materialista, acha-se dona da verdade, tornou-se uma religião que nos faz prosperar, que não nos pede para renunciar a nada e que resolve todos os nossos problemas.

Há um abismo colossal entre a cultura gospel e o evangelho de Jesus Cristo, que nos chama a amar sacrificalmente o nosso próximo, a cultivar um estilo de vida simples, a integrar o sofrimento na experiência existencial e a ter a humildade de ser um eterno aprendiz.

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Fonte:http://pastorzico.blogspot.com/2008/07/adorao-na-igreja-evanglica-contempornea.html

“Os caminhos do Senhor são retos”

perseguida-igre“Onde há amor não há medo. Na verdade, o perfeito amor elimina toda a espécie de receio, porque o medo traz consigo a ideia de culpa, e mostra que não estamos absolutamente convencidos de que ele nos ama perfeitamente.” (1 John 4:18)
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foto_caminhos_da_indiaA Igreja Perseguida na Índia
34ª posição na Classificação de países por perseguição

A Índia é o sétimo país do mundo em extensão, apresentando uma área correspondente a um terço do Brasil. Localizada no centro-sul do continente asiático, é delimitada ao norte pelo Himalaia, a cadeia de montanhas mais alta do mundo, e faz fronteira com Paquistão, China, Nepal, Butão, Bangladesh e Mianmar. A vasta planície central é caracterizada pela presença de três rios: o Ganges, o Indo e o Brahmaputra. O Planalto do Decã ocupa uma grande região no extremo sul do país.

A Índia abriga a segunda maior população do globo, com um bilhão de habitantes. Por volta de 2050, é provável que a Índia ultrapasse a China e se torne a nação mais populosa do planeta, com mais de 1,5 bilhão de pessoas. Cerca de um terço dos indianos têm menos de 15 anos de idade e quase dois terços têm idade inferior a 30 anos. Muitos indianos vivem em grandes aglomerados urbanos, sendo Mumbai (ex-Bombaim) o maior deles, com mais de 15 milhões de habitantes. Há no entanto outras dez cidades com populações superiores a um milhão de habitantes. Nova Délhi, com mais de 10 milhões de pessoas, é a capital do país.

Uma invasão ariana, ocorrida entre 1500 e 1200 a.C, foi a responsável pelo início da urbanização. O budismo surge no país no século VI a.C. O primeiro império hindu instalou-se na região norte por volta de 321 a.C. A invasão árabe ocorreu no século VII da era cristã e os muçulmanos permaneceram no poder até as companhias de comércio surgirem em cena. A mais notável delas foi a Companhia das Índias Orientais, que tomou o poder e dominou os muçulmanos, controlando a Índia a partir da metade do século XVIII. Após a I Guerra Mundial, a influência do Reino Unido diminuiu. Em parte, isto ocorreu devido à influência de Gandhi. A total independência do colonialismo britânico foi obtida em 1947, mas como não havia união entre hindus e muçulmanos, a região foi dividida em dois países: uma Índia dominada pelo hinduísmo e um Paquistão muçulmano. As péssimas relações e disputas territoriais entre os dois países resultaram em duas guerras entre eles, além de um conflito com a China.

A economia indiana exerce um impacto sobre todo o mundo. A agricultura e a indústria são muito importantes: diamantes, jóias e roupas são importantes produtos de exportação. Apesar disso, a renda per capita média é de apenas US$ 440, ou seja, quase oito vezes menor que a renda per capita brasileira. Aproximadamente 600 milhões de pessoas vivem em uma situação de extrema pobreza. Com uma população tão jovem, o governo tem sérias dificuldades para fornecer educação, saúde e alimentação adequadas ao povo. Problemas como analfabetismo, proliferação de doenças e mortalidade infantil abundam no país.

A Índia sempre foi uma nação extremamente religiosa e milhares de deuses são adorados em todo o país. O hinduísmo representa a maior parte da população do país, seguido pelos muçulmanos e cristãos. O hinduísmo representa 82% dos indianos. O islamismo é a religião de cerca de 12% da população, enquanto o número de cristãos é de aproximadamente 3% da nação.
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A Igreja

O cristianismo na Índia está no país desde o ano 52. Segundo a tradição, Tomás, um dos discípulos de Cristo, havia ido à Índia durante essa época e estabeleceu sete igrejas na região conhecida agora como Kerala, e outras em Madras. Ele foi martirizado e sua sepultura ainda está em São Tomé de Meliapor.

Há quatro correntes do cristianismo na Índia: ortodoxa, católica romana, protestante e grupos indígenas. Os cristãos formam 2,33% da população, dos quais mais da metade é católica. O restante está dividido em diferentes denominações.

Dos mais de 30 milhões de cristãos, cerca de 16 milhões são protestantes ou pertencem a igrejas independentes e 14 milhões são católicos. As campanhas evangelísticas têm obtido êxito apesar da notável tendência de crescimento da perseguição.

O nominalismo é o maior problema enfrentado pela igreja, em grande parte devido à falta de treinamento e discipulado. Um dos melhores métodos de evangelização são as redes de rádio cristãs, que alcançam milhares de pessoas com a Palavra de Deus. Organizações e trabalhadores locais também têm sido muito bem-sucedidos. A Associação de Missões da Índia (India Missions Association) coordena cerca de 50 agências evangélicas que atuam no país.

perseguicao1 A Perseguição

A tensão entre hindus, sikhs, muçulmanos e cristãos permanece alta. Há muitos relatos de ataques a igrejas, raptos, detenções, e intimidação feitos por extremistas hindus. Essas ações são particularmente dirigidas aos líderes das igrejas. Oito Estados têm leis anti-conversão, que impedem a conversão de hindus ao cristianismo. Mesmo assim, muitos dalits pobres têm se convertido.

Os dalits formam a casta mais baixa da sociedade hindu. Eles são conhecidos comumente como “intocáveis”, pois sua posição os torna indignos de serem tocados por outras pessoas de castas mais altas

Empregos e empréstimos governamentais são negados àqueles que se convertem ao cristianismo e o patrulhamento aos cristãos tem aumentado. No entanto, alguns casos recentes de perseguição tornaram-se públicos e resultaram em uma atenção maior do governo em proteger os direitos e liberdades dos cristãos. Grande parte da perseguição é realizada pelas alas radicais dos hindus e dos muçulmanos, que têm hostilizado, atacado e até assassinado membros da igreja.

Os cristãos indianos comemoraram a prisão de Dara Singh – também conhecido por Ravinder Kumar Pal –, que foi o mentor intelectual do assassinato do missionário australiano Graham Staines e seus dois filhos em janeiro de 1999. Singh foi capturado durante uma operação policial secreta após fugir das autoridades por mais de um ano.

Em sua confissão à polícia, Dara Singh disse que sua intenção era ensinar uma lição a Staines e não matá-lo. Ele declarou: “Eu não sabia que os filhos de Staines estavam lá. Fiquei triste com suas mortes. Staines foi incendiado porque este é um ritual hindu.” O missionário e seus dois filhos estavam dormindo em um veículo estacionado perto da igreja, na cidade de Manoharpur, estado de Orissa, quando foram cercados por uma multidão e queimados vivos.

Cristãos residentes naquela cidade têm vivido em constante tensão e medo desde que o crime ocorreu. Dois cristãos, Rolia Soren e Chaitanya Munmi (pastor da igreja local), foram aconselhados a não sair à noite sozinhos.

Gladys, a esposa do missionário morto, disse que se sentia aliviada com a prisão de Dara Singh: “Isso é muito bom. Estou feliz porque ele não poderá matar outras pessoas.” Richard Howell, da Evangelical Fellowship of India, afirmou: “Estamos muito felizes com a prisão de Dara Singh. Nós esperamos que as investigações desse caso continuem e provem que a morte de Staines e seus dois filhos não foi um evento isolado, mas parte de uma movimento de ódio do Sangh Parivar* contra a igreja.”

Em abril de 2007, há poucas centenas de metros da casa do primeiro-ministro de Rajasthan, um grupo de extremistas atacou um missionário cristão diante de sua família e das câmeras de televisão. Antes de se dirigirem à casa do missionário, os extremistas pertencentes ao grupo fundamentalista hindu VHP, ligaram para um canal de televisão pedindo que sua ação fosse filmada. Depois que terminaram, foram embora sem ser perturbados.

Walter Massey, ex-obreiro da Índia Every Home Crusade, é dirigente de uma pequena congregação chamada Masihi Sanghti. Ele feriu-se gravemente, mas sobreviveu. De acordo com sua esposa e outras testemunhas, três jovens bateram à porta de sua casa em Nandpuri Bazar, dizendo que precisavam se encontrar com Walter. Quando abriu a porta, eles começaram a falar com o missionário, e em poucos segundos, cerca de 25 extremistas começaram a agredi-lo. Eles o golpearam violentamente com varas, barras de ferro, e saquearam a casa deixando a propriedade destruída.

Uma audiência indiana chocada assistiu às notícias que mostravam o pastor Walter sangrando por causa das agressões e sendo molestado pelos extremistas enquanto sua família aterrorizada assistia a tudo. Durante a agressão, o pastor Walter clamava pelo nome de Jesus. O pastor saiu de sua casa proclamando o amor de Jesus Cristo aos curiosos. Mais tarde ele falou à equipe de TV sobre o amor de Jesus Cristo e como os cristãos oram pela nação. Depois, foi levado ao hospital.

Inicialmente a polícia se recusou a registrar uma queixa, fazendo isso somente depois de ser pressionada pela Comunidade Cristã de Jaipur e outras organizações. A maioria dos agressores pode ser identifica por meio do vídeo exibido durante horas na televisão, mas na queixa que a polícia registrou, está declarado que o pastor Walter foi atacado por homens não identificados

* N. do E.: Sangh Parivar é o nome do movimento que abrange todos os grupos fundamentalistas hindus

Os cristãos indianos têm expressado suas preocupações com as medidas tomadas pelo governo do Estado de Orissa para reduzir ainda mais a liberdade religiosa. No ano passado, o governo daquele estado divulgou uma nota para implementar com rigor a Lei de Liberdade Religiosa, em vigor desde 1967. A lei obriga as pessoas que desejam mudar de religião a informar sua decisão ao magistrado distrital, que pedirá que o assunto seja examinado pela polícia. Essa obrigatoriedade não se aplica aos casos de conversão do cristianismo ao hinduísmo. Harold Mulick, líder de uma igreja em Calcutá, denunciou a medida como sendo inconstitucional e de natureza discriminatória: “É uma flagrante violação da liberdade religiosa assegurada pela constituição da Índia.”

Rajasthan é um dos Estados mais nacionalistas da Índia. Lá, os cristãos somam 0,11% da população; os muçulmanos são 8% e os hindus são 89%. Muitos ataques têm ocorrido de forma muito violenta.
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O Futuro

O crescimento da igreja tem despertado reações negativas por parte de militantes hindus e muçulmanos, mas mesmo assim a evangelização tem colhido seus frutos. Estima-se que por volta de 2050 o número de cristãos no país seja superior a 250 milhões, o equivalente a cerca de 16% da populaçãomovimento

Motivos de Oração
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1. A igreja indiana possui uma longa história. Louve a Deus pelo impacto duradouro que as missões cristãs têm exercido no país. Ore para que a igreja indiana continue a fortalecer suas bases e sua atividade evangelística, desenvolvendo ainda mais sua capacidade de envio missionário.

2. O Evangelho tem sido grandemente difundido na região sul. Louve a Deus por isso. Ore também para que mais missionários e evangelistas trabalhem no norte do país, onde existe uma oposição maior e menos trabalhos de divulgação da Palavra de Deus.

3. Missionários cristãos enfrentam ameaças e perseguições constantes no norte do país. Ore pela proteção deles e peça provisão divina para as muitas viúvas de mártires cristãos.

4. A igreja indiana tem sido marcada com o derramamento de sangue. Ore para que o martírio de cristãos seja um forte testemunho para os indianos. Os casos de martírios são amplamente divulgados em todo o país, o que tem levado muitos à fé cristã.

5. Muitos radicais hindus opõem-se violentamente ao cristianismo. Ore para que ocorra o abrandamento da oposição hindu e para que o cristianismo ganhe a simpatia de líderes hindus influentes.
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Dados gerais

Capital
Nova Délhi

Governo
República federativa, chefiada pelo presidente Pratibha Patil desde 2007

População
1,15 bilhão (28,7% urbana)

Área
3.287.590 km2

Localização
Sul da Ásia

Idiomas
Hindi, inglês e outras 21 línguas oficiais

Religião
Hinduísmo 80,5%, islamismo 13,4%, cristianismo 2,3%, sikh 1,9%, outras 1,9%

População cristã
25,6 milhões

Perseguição
Algumas limitações

Restrições
Há liberdade de culto e de evangelização

Fonte:http://www.portasabertas.org.br/
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