Arquivo paraMaio 13, 2009

AOS PÈS DE JESUS

mulher aos pés de jesusDoug Batchelor – adaptado do seu livro: Aos pés de Jesus
Depois de alguns momentos, Maria recuperou a consciência. A atmosfera do pátio havia mudado. Tudo estava estranhamente quieto. Ela espiou por baixo de seu cabelo despenteado para ver Jesus calmamente escrevendo palavras no pó do piso do Templo. A princípio, ela não conseguiu decifrar as palavras. Ela observou quando Ele ficou em pé e disse: – “Aquele que dentre vós estiver sem pecado seja o primeiro que lhe atire pedra.” (João 8:7) Ela se encolheu, esperando que uma chuva de pedras caísse sobre si. Em vez disso, ouviu um barulho e alguém se afastando.

Ao abrir os olhos, ela observou o Mestre inclinar-Se uma vez mais e continuar a escrever. O que Ele estava escrevendo? Ela ouviu os cochichos da multidão que se tornava reduzida. Ele estava enumerando os pecados dos oficiais do Templo para que todos vissem. Depois do que pareceu uma eternidade, a mão gentil de Jesus tocou seu ombro. Ela tirou o cabelo do rosto e levantou os olhos. Maria viu Jesus olhando para ela com infinita compaixão. Em seu rosto havia um sorriso levemente irônico, como se Ele estivesse Se perguntando por que ela estaria prostrada de maneira tão indigna naquele lugar santo.

Levantando-se devagar, ela olhou ao redor e viu que os escribas e fariseus haviam ido embora. Os hipócritas que lhe haviam armado uma cilada tinham deixado o Templo. Então, Jesus se dirigiu a ela com uma expressão de respeito: – “Mulher, onde estão todos os seus acusadores? Ninguém a condenou?” (João 8:10) Ela olhou ao redor, completamente confusa, e disse: – “Ninguém, Senhor!” E Jesus lhe disse: – “Nem Eu tampouco te condeno; vai e não peques mais.” [...]

Maria encontrou-se com Jesus no Templo naquele dia, e pela primeira vez em sua vida ela encontrou um Homem que a amou incondicionalmente e que estava interessado em sua alma, e não em seu corpo. Desde o momento em que ela ouviu dizer: “Eu também não te condeno; vai e não peques mais” ela compreendeu que, de algum modo, Ele tomaria seu lugar como o condenado. Ela percebeu os olhares brilhantes e assassinos dos sacerdotes e sabia que eles não descansariam até que se vingassem da humilhação que eles sofreram diante do povo. Naquele dia no Templo, Cristo se colocou entre a mulher condenada e seus acusadores. Ele assumiria seu castigo. Isso é o que Jesus tem feito por todos nós também.

* Doug Batchelor é pastor e presidente do ministério evangelístico Amazing Facts (Fatos Maravilhosos).

A lista que salvou meu casamento

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O dia finalmente chegou. Eu insisti o quanto pude para manter meu casamento. Assim que Fábio, meu marido, saiu para o trabalho, fiz uma única mala para mim e meu filho de 14 meses e abandonei nosso lar. Este era o único ano em nosso casamento que vivíamos na mesma cidade que meus pais. Obviamente, a conveniência de poder correr para os braços de papai e mamãe tornou a decisão de deixar Fábio mais fácil.

Foi com um rosto enraivecido e molhado de lágrimas que entrei na cozinha de minha mãe. Ela pegou o bebê enquanto eu, entre soluços, fazia minha declaração de independência. Depois de lavar o rosto e tomar um copo de coca, mamãe me disse que papai e ela me ajudariam. Era reconfortante saber que eles estariam ali para me apoiar.

– Mas, antes que deixe Fábio definitivamente – ela disse –, tenho uma tarefa para você.

Minha mãe colocou o bebê adormecido na cama e, pegando uma folha de papel e uma caneta, traçou uma linha vertical dividindo a folha ao meio. Ela me explicou que eu deveria escrever na coluna da esquerda uma lista de todas as coisas que Fábio havia feito e que tornavam impossível a convivência com ele. Conforme observava a linha divisória, imaginei então, que ela me pediria para relacionar as boas qualidades de Fábio na coluna da direita. “Vai ser fácil”, pensei. Imediatamente a caneta começou a deslizar sobre o papel, e rapidamente cheguei ao final do lado esquerdo. Para começar, Fábio nunca juntava as roupas que ele deixava pelo chão, sempre deixava a toalha molhada na cama. Nunca me avisava quando ia sair. Dormia durante os cultos. Tinha hábitos deselegantes e embaraçosos, como por exemplo, assoar o nariz ou arrotar à mesa. Nunca me comprava bons presentes. Recusava-se a combinar as roupas, era rigoroso com gastos e não me ajudava com as tarefas domésticas. Também não gostava de conversar comigo. Deixou de ser romântico. A lista continuava até encher toda a folha.

Certamente eu tinha evidências mais do que suficientes para provar que nenhuma mulher seria capaz de viver com este homem.

Declarei pretensiosamente, logo que terminei:

– Agora sei que você vai me pedir para escrever as boas qualidades de Fábio do lado direito.

– Não – ela respondeu. – Eu já conheço as qualidades de Fábio. Em vez disso, gostaria que, para cada item do lado esquerdo, escrevesse qual foi a sua reação e o que você fez.

Bem, isto já seria mais difícil. Eu já havia pensado nas poucas qualidades de Fábio que poderia mencionar. Porém, em nenhum momento considerei pensar sobre mim mesma. Eu tinha certeza que mamãe não me permitiria deixar a tarefa incompleta. Então, comecei a escrever a segunda coluna.

Em resposta às atitudes dele eu fazia cara feia, chorava e sentia raiva. Eu me envergonhava de sua companhia. Eu me comportava como uma “mártir”. Desejava ter me casado com outra pessoa. Dava-lhe o “tratamento silencioso”. Acreditava que era boa demais para ele. O meu lado da lista parecia não ter fim.

Quando cheguei ao final da página, mamãe pegou o papel da minha mão e foi até a gaveta do armário. Ela pegou uma tesoura e cortou-o ao meio no sentido da linha vertical que havia traçado. Pegou a coluna da esquerda, amassou-a e a jogou no lixo; e voltando-se em minha direção me entregou o lado direito.

– Ana, leve esta lista de volta para casa com você –, ela me disse. – Passe o restante do dia refletindo sobre ela. Ore sobre isso. Cuidarei do bebê até o anoitecer. Se fizer o que estou lhe pedindo, e depois se você sinceramente ainda quiser se separar de Fábio, seu pai e eu estaremos aqui para lhe ajudar.

Encarando os fatos

Deixando a bagagem e meu filho na casa dos meus pais, dirigi de volta para casa. Assim que sentei no sofá com aquele pedaço de papel na mão, não pude acreditar no que estava vendo. Mesmo sem uma análise adequada dos hábitos irritantes de meu marido, a minha lista parecia simplesmente horrível.

O que eu podia ver era um verdadeiro recorde de comportamentos mesquinhos, atitudes vergonhosas e reações destrutivas. Gastei as horas que se seguiram pedindo a Deus que me perdoasse. Pedi a Deus força, orientação e sabedoria para as mudanças que agora eu sabia que teriam que ocorrer em mim. à medida que continuava orando, percebi a maneira ridícula com que estava me comportando. Eu me lembrava vagamente das transgressões que tinha escrito para Fábio. Era uma lista completamente absurda. Não havia nada de tão horrível ou imoral nela. Na verdade, eu havia sido abençoada com um bom homem – não um homem perfeito, mas um bom homem.

Meus pensamentos recuaram até cinco anos atrás. Eu havia feito um voto a Fábio. Eu o amaria e o honraria na saúde ou na doença. Estaria com ele para o melhor e para o pior. Eu havia dito essas palavras na presença de Deus, da minha família e dos nossos amigos. E hoje, pela manhã, estava pronta para abandoná-lo por causa de aborrecimentos triviais.

Neste momento peguei o carro e voltei à casa de meus pais. Eu estava maravilhada de como me sentia tão diferente de quando havia chegado da primeira vez, de manhã, para encontrar minha mãe. Agora me encontrava em paz; sentia-me agradecida e aliviada.
Quando peguei meu filho de volta, senti-me alarmada ao pensar em como estava prestes a fazer uma mudança tão drástica em minha vida. Meu egoísmo quase custara a essa criança a oportunidade de conviver todos os dias com um pai maravilhoso. Agradeci a minha mãe, e rapidamente saí porta afora, de volta para minha casa. No horário em que Fábio costumava chegar do trabalho, eu já havia desfeito a mala e esperava por ele.

Um novo olhar

Eu adoraria poder dizer que Fábio mudou. Mas isso não aconteceu. Ele ainda faz as mesmas coisas que “me aborrecem, me envergonham e me deixam a ponto de explodir”.

Na verdade, a mudança aconteceu comigo. Daquele dia em diante, me tornei responsável não apenas por minhas ações em nosso casamento, mas também por minhas reações.

Ainda me recordo de um item da lista: Fábio dormia durante os cultos. O momento em que ele começava a cochilar sempre marcava o fim do meu período de adoração.
Eu acreditava que ele, de propósito, não tinha o menor interesse na mensagem – e meu pai era o pregador! Eu não me importava com o fato de Fábio não ser capaz de permanecer acordado a qualquer hora por longos períodos. O tempo que ele gastava cabeceando de tanto sono eu gastava bufando de raiva. Sentia-me envergonhada no meio da congregação. Era uma grande humilhação. Tentava imaginar por qual razão eu havia casado com esse homem. Certamente ele não merecia uma esposa tão boa quanto eu!

Somente agora podia enxergar claramente como eu era. Meu orgulho estava atrapalhando uma parte muito importante da minha vida: a minha adoração. Agora, quando Fábio cochilava na igreja, eu gastava esse momento em oração e agradecimento. Desviava os meus olhos dele dormindo e de mim mesma, para concentrar o meu olhar apenas em Deus. Em vez de deixar a igreja furiosa, passei a sair cheia de alegria.
Não demorou muito até que Fábio percebesse a diferença. Ele comentou durante um almoço de domingo: “Você parece estar gostando mais dos cultos ultimamente. Eu já estava começando a pensar que você não gostava do pregador.” Meu instinto imediato seria contar-lhe como ele havia arruinado tantos cultos que assisti. Mas, ao contrário, aceitei seu comentário sem erguer minhas defesas.

Refazendo a lista

Tenho refeito essa lista muitas vezes ao longo dos anos. Continuo pedindo perdão a Deus pelo meu comportamento patético e sabedoria para vivenciar o meu casamento.
Quinze anos depois desta experiência, Fábio, aos 49 anos, foi diagnosticado como portador do Mal de Alzheimer. Ele teve que abrir mão de seu trabalho como professor, e assumi o sustento da família, o que nos levou a dias de muitas tentativas e noites de muita preocupação. Observá-lo lutando para manter suas habilidades básicas diárias tem sido uma grande inspiração tanto para mim quanto para nossos filhos. Precisamos depender de nossa fé para crer que Deus está no controle – especialmente quando sentimos não ter controle algum da situação. Temos procurado na Bíblia as respostas para estas questões difíceis de entender. Gastamos nosso tempo com emoções que vão desde a raiva até a tristeza. Perguntamos-nos, “Por quê?”. Nesses momentos, clamamos a Deus e pedimos que nos dê a paz que excede a todo entendimento.

Lamentavelmente, existem dias em que minha paciência está quase esgotada mesmo sabendo que Fábio não pode evitar certas coisas que me irritam. Então, percebo a minha responsabilidade em reagir com o amor que Deus tem me mostrado. Clamo a Deus e peço que ele ame Fábio através de mim – porque sei que não sou capaz de amar Fábio da maneira que Deus o ama.

Agradeci a Deus muitas vezes por ter uma mãe que foi minha mentora espiritual. Embora tenha certeza de que se sentiu tentada a fazê-lo, naquele dia mamãe não me passou um sermão ou me deu sua opinião sobre o meu comportamento. O que ela fez foi conduzir-me a descobrir a verdade que salvou o meu mais precioso bem: meu casamento. Se não tivesse aprendido a reagir como uma esposa cristã aos pequenos problemas de Fábio, eu jamais seria capaz de reagir de maneira adequada aos grandes problemas que hoje enfrentamos.

Ao chegar em casa outro dia, meu filho me perguntou o seguinte:

– Mãe, o que vamos fazer quando papai não se lembrar mais de nós?
– Bom, nós vamos nos lembrar de quem ele é. Lembraremos-nos do pai e do marido que ele foi. Vamos nos lembrar de tudo que ele nos ensinou e da maneira maravilhosa com que ele nos amava. – Respondi.

Depois que meu filho saiu da sala, fiquei pensando neste homem que amou sua família e o seu Deus. Sorri comigo mesma: muitas das minhas lembranças mais vívidas eram daqueles pequenos hábitos irritantes que me levaram a fazer uma lista de defeitos anos atrás.

Versão contextualizada, Becky Zerbe é a autora de Laughing with My Finger in the Dam, e é casada com Bill há 29 anos.

Extraído de SEXXXCHURCH.COM

O QUE VOCE ACHA DA TEOLOGIA DA PROSPERIDADE?

Doutrina é saúde para a Igreja

topoDoutrina é saúde para a Igreja

Já ouvi essa frase diversas vezes: doutrina é saúde para a Igreja. Concordo e discordo ao mesmo tempo. Não tem como? Tem sim e eu explico.

Existe a doutrina, de verdade, bíblica, santa. Ela realmente é muito saudável para o servo de Cristo. Mas há uma doutrina que faz mal à saúde espiritual, e essa só tem fama de ser bíblica.

“Retendo firme a fiel palavra, que é conforme a doutrina, para que seja poderoso, tanto para admoestar com a sã doutrina, como para convencer os contradizentes.” Tito 1:9

Pelo dicionário, doutrina é um conjunto de coisas que um grupo de pessoas tem em comum como fé e prática. Se formos levar por esse lado, existe a doutrina espírita, a doutrina católica, a doutrina budista e por aí vai. São doutrinas! Nem por isso são bíblicas.

Mas se você quer saber de doutrinas bíblicas – a pergunta vai parecer idiota – onde é que você as encontra registradas? Um doce para quem responder! Me diga como uma pessoa pode dizer que uma doutrina é bíblica sem que ela esteja registrada na Bíblia?!

Outra definição correta de doutrina: ensinamento. Então vamos lá… quando você vai a uma reunião e uma pessoa lê o texto bíblico sobre a saída de Israel do Egito e comenta a respeito, sabe o que ela está fazendo? Ensinando sobre aquilo, ou em outras palavras, doutrinando!

Então que fique claro: tudo que é ensinado dentro do que os textos bíblicos falam é doutrina. E mais: muitas doutrinas não tratam sobre o que deve ou não deve ser feito. Entendeu ou preciso repetir? Vamos de novo…

É ensino sobre a Bíblia então é doutrina bíblica, seja o que for, mesmo sem ser regra de como agir.

O que quero deixar claro é que por não entenderem o que é doutrina, muita gente fala coisas absurdas. Dizer que andar na doutrina é se vestir “assim ou assado” é, no mínimo, uma falta de coerência! Doutrina vai muito além de regras!

Agora isso é muito importante: o que não é doutrina bíblica? Se for ensinado pelo pastor da igreja que não se deve usar sapato marrom… eu te dou um ano para você encontrar um texto bíblico que apóie esse ensino e tenho total certeza que você não vai achar. Significa que não usar sapato marrom não é doutrina bíblica. Preciso ser mais claro que isso?

Ainda nesse exemplo, se o pastor está ensinando e a igreja está aceitando e cumprindo… voltamos à definição de que doutrina é ensinamento, é prática em comum de um grupo… logo concluímos que é sim uma doutrina. Somamos a isso o fato de que não há base bíblica para esse ensino e por isso não é uma doutrina bíblica, como já foi dito. Então que tipo de doutrina é essa afinal? Simples: doutrina humana. Pode incomodar, mas é a verdade.

“As quais coisas todas perecem pelo uso, segundo os preceitos e doutrinas dos homens; as quais têm, na verdade, alguma aparência de sabedoria, em devoção voluntária, humildade, e em disciplina do corpo, mas não são de valor algum senão para a satisfação da carne.” Colossenses 2.22,23

“Mas, em vão me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos dos homens.” Mateus 15.9

A doutrina bíblica é saúde para a igreja, da mesma forma que a doutrina humana é doença para ela. Você precisa conhecer as histórias da Bíblia (são doutrinas) e da mesma forma conhecer o que ela te recomenda fazer (também é doutrina) e não fazer (outra vez). Tá na Bíblia mandando fazer? Faça. Ou mandando não fazer? Não faça. Mas cuidado, tenha certeza que está na Bíblia mesmo! Porque, pode ter certeza, não é pouca a quantidade de coisas que são ensinadas como se fossem bíblicas mas que na verdade não são, ou são distorcidas. Lembra que disse no início que há doutrina que só tem fama, aparência de ser bíblica? Pois então… e o texto de Colossenses que foi citado apóia essa afirmação.

Quando se trata de conhecer e praticar as doutrinas que Deus deixou para nós, só tem um jeito: você tem que estudar a Bíblia com dedicação e interesse, pedindo a Deus sabedoria. Seu pastor te ensina? Bom, mas não se satisfaça com isso. Siga o exemplo dos cristãos de Beréia que examinavam tudo nas Escrituras e do que Paulo fala sobre novas doutrinas, que sejam anátemas, amaldiçoadas por Deus.

“E logo os irmãos enviaram de noite Paulo e Silas a Beréia; e eles, chegando lá, foram à sinagoga dos judeus. Ora, estes foram mais nobres do que os que estavam em Tessalônica, porque de bom grado receberam a palavra, examinando cada dia nas Escrituras se estas coisas eram assim.” Atos 17.10,11

“Mas, ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos anuncie outro evangelho além do que já vos tenho anunciado, seja anátema.” Gálatas 1.8

Deus nos dê sabedoria. Persiste em ler. Paz!
Postado por Cristiano Almeida

Obra de Restauração: profecia bíblica

Obra de Restauração: profecia bíblica

“Arrependei-vos, pois, e convertei-vos, para que sejam apagados os vossos pecados, e venham assim os tempos do refrigério pela presença do Senhor, e envie ele a Jesus Cristo, que já dantes vos foi pregado. O qual convém que o céu contenha até aos tempos da restauração de tudo, dos quais Deus falou pela boca de todos os seus santos profetas, desde o princípio.” At 3.19-21

Algo que já ouvi muito são frases do tipo: “nós militamos em obra bíblica de restauração, as escrituras já falavam a nosso respeito”. Para tal afirmação, usa-se como referência o texto bíblico acima. Quero mostrar aqui que tal afirmação pode ser um simples engano de um leigo, ou um pensamento de profunda soberba, ou uma forma apelativa e cruel de tentar convencer as pessoas de que o certo é estar nessa igreja. Para isso precisamos partir da questão fundamental: o que é a restauração de tudo citada pelo texto?

O texto diz: “envie ele a Jesus Cristo… O qual convém que o céu contenha até aos tempos da restauração de tudo”. Trata-se de um acontecimento relacionado à volta de Cristo à terra. O texto diz exatamente que: quando vier o tempo da restauração de tudo, Jesus voltará. Ou em outras palavras: para haver a restauração de tudo, Jesus precisa estar presente. Estamos tratando aqui de escatologia, o estudo das últimas coisas, revelações do fim. Para tratar desse assunto na profundidade merecida, seria necessário muito estudo e sairíamos do nosso foco. Trata-se de algo estudado em escolas de teologia e, provavelmente um bom teólogo, com bom estudo e amor por conhecer a Bíblia, deve saber desse tema. Trata-se de uma profecia para o fim, não para “quase” o fim. Não é quando Jesus estiver quase voltando, mas quando ele tiver voltado. Referente a esse assunto, temos por exemplo os textos de Apocalipse 21.

“E vi um novo céu, e uma nova terra. Porque já o primeiro céu e a primeira terra passaram, e o mar já não existe. (…) E Deus limpará de seus olhos toda a lágrima; e não haverá mais morte, nem pranto, nem clamor, nem dor; porque já as primeiras coisas são passadas. E o que estava assentado sobre o trono disse: Eis que faço novas todas as coisas. E disse-me: Escreve; porque estas palavras são verdadeiras e fiéis.” Ap 21.1,4-5

Esse texto fala do mesmo assunto que o primeiro. Vemos nitidamente na descrição que está tudo novo, tudo restaurado. A restauração de tudo não é um processo, não é gradativa, é de uma vez, um acontecimento revolucionário vindo de Deus num instante. A restauração de tudo faz menção ao local de morada eterna dos santos servos de Deus, é uma restauração genuína e total, não um processo de um grupo de cristãos imperfeitos em meio a um mundo corrompido. É a essa morada eterna que todos os profetas se referiam desde o princípio, como está escrito no texto de Atos.

O que é a restauração de tudo citada pelo texto? É o cumprimento final da salvação dos santos, a morada eterna com Deus, restauração mediante a qual eles viverão para sempre em pureza pessoal e num local puro e santificado. Não é uma igreja ou um grupo de pessoas vivendo nesse presente século. Dizer que a Obra de Restauração é bíblica e profética, sem dúvida é um erro terrível e digno do título de heresia. Não cometamos esse erro.
Postado por Cristiano Almeida

História da Obra de Restauração e os diferentes grupos

topo

Vamos falar um pouco sobre a história da Obra de Restauração. Não vou me aprofundar, apenas darei uma pincelada no assunto pois muita gente desconhece tudo relacionado a esse assunto, mesmo pessoas que congregam nessa igreja há anos.

Tudo começou em 1962, numa igreja Batista tradicional localizada na favela (comunidade, se preferir) Nova Holanda, em Bonsucesso, cidade do Rio de Janeiro. Um grupo de pessoas começou a enxergar a Bíblia de maneira diferente de como aquela igreja enxergava, ao mesmo tempo que começaram a experimentar coisas novas da parte do Espírito Santo de Deus. No meio de uma igreja que não aceitava nada disso, começaram a ocorrer glorificações em voz alta durante os cultos, pessoas falando em línguas estranhas, profecias e por aí vai. Por fim, cerca de metade da igreja passou por essa experiência, e o resultado disso foi a divisão da igreja. As pessoas que não concordaram com aquilo que estava ocorrendo, saíram. As que ficaram, mudaram o nome da igreja para Batista Monte Carmelo. O pastor que estava na frente dessa mudança e do início de tudo era o pastor Magno Guanaes Simões.

Pouco tempo depois, o movimento foi ganhando proporções, foram surgindo novas igrejas e por fim foi adotado o nome de Obra de Restauração. Cabe uma consideração importante aqui, pois na realidade havia e até hoje ainda há diversas expressões parecidas para definir a mesma igreja. Vamos a algumas: Obra de Restauração, Obra da Restauração, Obra em Restauração, Igrejas Militantes em Obra de Restauração no Brasil, Obra de Deus nos Tempos da Restauração, Obra Bíblica de Restauração, Igreja nos Tempos da Restauração de Tudo, e outros. Disso já se chega a conclusão que (1) foi estabelecida uma forma de dar nome à igreja, (2) esse nome ficou parcialmente indefinido pois cada um chama da forma que mais lhe agrada, e (3) muitos passam a mensagem que a Bíblia fala sobre essa igreja – tema já comentado.

Formou-se um grupo de igrejas em Obra de Restauração, que então recebeu o nome de Assembléia Geral. Essa Assembléia Geral era como um tipo de órgão regulador ou autoridade maior sobre as igrejas, uma organização das igrejas. Conforme esse grupo foi discutindo e divergindo a respeito de interpretações bíblicas, somado a casos de pecado que chocaram alguns, começou a haver divisão entre o povo. O resultado foi que em 1970 houve a primeira divisão, onde a Assembléia Geral deixou de ser o único grupo da Obra de Restauração. Era só o começo.

Durante os anos seguintes, a Obra de Restauração foi passando por divisões e mais divisões. Atualmente há tantos grupos diferentes de Obra de Restauração que provavelmente ninguém sabe ao certo todos eles. E ainda continuam a surgir novos. Alguns continuam a usar o nome de Obra de Restauração e outros abriram mão desse nome, adotando nomes novos ou até adotando teoricamente não usar nome nenhum.

Grupos diferentes de igrejas, regras diferentes de certo e errado, formas diferentes de encarar a Bíblia. E como já é de se esperar, cada grupo se acha mais correto que o outro na forma de servir a Deus e diante disso qualquer tentativa de união entre eles é frustrada antes mesmo de começar. Essa é a Obra de Restauração atualmente.
Postado por Cristiano Almeida

DENOMINAÇÕES EM QUE A MULHER COBRE A CABEÇA NOS CULTOS

IGREJA NA OBRA DE RESTAURAÇÃO

IGREJA NA OBRA DE RESTAURAÇÃO

DENOMINAÇÕES EM QUE A MULHER COBRE A CABEÇA NOS CULTOS.

IGREJA CRISTA REMANESCENTEIgreja Cristã Remanescente

igreja do orienteIGREJA DO ORIENTE

– Também conhecida como Igreja Assíria ou de Igreja Nestoriana. È originária do Cristianismo estabelecido historicamente no Iraque e Pérsia. Tinha sede em Susa, no Irã e durante parte da idade média foi a maior denominação cristã, com cerca de 60 milhões de membros, mas devido as perseguições possui atualmente cerca de 200 mil membros, a metade no Iraque. Possui sede em Chicago. Batiza adultos e crianças por imersão, comunhão e ambas espécies. Os padres e recentemente os bispos são permitidos casarem. Rejeitam o culto aos santos e icones. Sentam separados no culto, saúdam com ósculo santo, as mulheres usam véus.

IGREJA EVANGÉLICA ARABE – IGREJA EVANGÉLICA ARMENIA – SÍNODO EVANGÈLICO COPTA DO NILO – ASSEMBLEIA PENTECOSTAL IRANIANA
igreja do oriente
Na decada de 1830 missionários presbiterianos ingleses e americanos iniciaram a evangelização entre árabes, assírios, armênios e coptas . Durante a I Guerra esses cristãos foram duramente massacrados e dispersos. Nessa época houve um avivamento com sinais de glossolalia na Armênia e na colônia Assíria-Iraniana de Chicago. Hoje há cerca de 500.000 cristãos evangélicos oriuntos dessas denominações no Oriente Médio e diáspora, a maior é o Sínodo Evangélico Copta do Nilo, com 60% desse número. Doutrina geralmente calvinista, práticas como ósculo santo, assento separado e uso do véu são comuns.

MENNONITAS
mennomitas
originários do movimento anabatista na Holanda no século XVI, creêm que a adesão à igreja deva ser voluntária e só batizam adultos. Dentre os mais conservadores as mulheres andam com a cabeça coberta e se vestem modestamente. Há hoje 8 milhões de mennonitas no mundo, concentrados nos EUA, Canadá, Rússia, Alemanha, Paragauai, Etiópia.

AMISHamish

Uma das ramificações mais radicais dos mennonitas, não usam prédios para culto, antes se reúnem em casas. Praticam o uso seletivo de tecnologia moderna. Os elterns (anciaos) são leigos e abrem a Biblia aleatoriamente para a palavra. Nao usam intrumentos nos cultos, onde as mulheres sentam separadas dos homens. Praticam o ósculo santo e o uso do véu. Possuem 300.000

IGREJA PRESBITERIANA LIVRE DO ULSTER
presbiterianos
Original da Irlanda. Os cultos são solenes, com as mulheres com a cabeça coberta, cantam somente os salmos e as igrejas mais tradicionais não usam insturmentos algum nos cultos. Surgida na década de 1950, possui cerca de 5000 aderentes. O batismo é ministrado a adultos somente.

OBRA EM RESTAURAÇÃO
obra DA RESTAURAÇÃO
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Iniciada em 1964, observam: o Véu que as mulheres cristãs devem usar para orar e profetizar; a saudação com o Ósculo Santo; o “porte” dos homens e das mulheres cristãos; o Lava-pés praticado pela Igreja por ocasião da Ceia do Senhor, cuja celebração é realizada uma vez por ano com a utilização do vinho puro extraído da uva sem adição de álcool e outras químicas e, com pão ázimo – sem adição de fermento.

CASA DE ORAÇÃO
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Movimento cristão adenominacional. Possui doutrina Fundamentalismo cristão. Conhecidos comos “Irmãos”, “Irmãos de Plymouth”, “Assembléias dos Irmãos”, ou “Casa de Oração”, valorizam a autonomia da igreja local.

O movimento teve inicio em Dublin na Irlanda no início do século XIX. Os primeiros irmaos eram estudantes que começaram a se reunir sem nenhum interesse de começar uma nova denominaçao.

A Igreja chegou ao Brasil em 1878 através do missionário inglês Richard Holden fixando no Rio de Janeiro. Holden inicialmente frequentou a Igreja Evangélica Fluminense, mas influenciado pelas as idéias do ministro e escritor britânico, John Nelson Darby, iniciou a organizar igrejas seguindo estes princípios.

Anos mais tarde, em 1896 um outro missionário inglês, Stuart Edmund MacNair, plantou várias Igrejas em Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro e São Paulo.

As igrejas possuem extrema autonomia local, são geridas por um corpo colegiados de ministros leigos, os anciãos e diáconos.

CONGREGAÇÃO CRISTÃ APOSTOLICA
CONGREGAÇÃO CRISTÂ APOSTÓLICA
Iniciada em Aparecida de Goiania WWW.CONGREGACAOCRISTAAPOSTOLICA.BLOGSPOT.COM

CONGREGAÇÃO CRISTÃ DO SETIMO DIA
Iniciada em Santa Catarina www.congregacaocristadosetimodia.blogspot.com

CONGREGAÇÃO CRISTÃ NO (DO) BRASIL
CCB BRAS
Iniciada em Santo Antonio da Platina – PR

Igreja “Obra de

DIA DAS MÃES EM RIBEIRÃO DAS NEVES – CONGREGAÇÃO DA IGREJA EM NOVA CINTRA – BELO HORIZONTE-MG.