Antes de dizer a seu filho “Jesus te ama”, diga-lhe: “eu te amo”.

380793A Igreja ensina que os primeiros catequistas são os pais. É no colo deles que toda criança deve aprender conhecer a Deus, aprender a rezar e dar os primeiros passos na fé; conhecer os Mandamentos e os Sacramentos.

Os pais são educadores naturais, e os filhos assimilam seus ensinamentos sem restrições. Será difícil levar alguém para Deus, se isto não for feito, em primeiro lugar, pelos pais. É com o pai e a mãe que a criança tem que ouvir em primeiro lugar o nome de Jesus Cristo, sua vida, seus milagres, seu amor por nós, sua divindade, sua doutrina… Eles são os responsáveis a dar-lhes o Batismo, a Primeira Comunhão, a Crisma e a catequese.

Quando fala aos pais sobre a educação dos filhos, São Paulo recomenda: “Pais, não exaspereis os vossos filhos. Pelo contrário, criai-os na educação e na doutrina do Senhor” (Ef 6, 4). Aqui está uma orientação muito segura para os pais. Sem a “doutrina do Senhor”, não será possível educar. Dom Bosco, grande “pai e mestre da juventude”, ensinava que não é possível educar sem a religião. Seu método seguro de educar estava na trilogia: amor – estudo – religião.

Nunca esqueci o Terço que aprendi a rezar aos cinco anos de idade, no colo de minha mãe. Pobre filho que não tiver uma mãe que lhe ensine a rezar! Passei a vida toda estudando, cheguei ao doutorado e pós – doutorado em Física, e nunca consegui esquecer a fé que herdei de meus pais; é a melhor herança que deles recebi. Não é verdade que a ciência e a fé são antagônicas; essa luta só existe no coração do cientista que não foi educado na fé, desde o berço.

Os pais não devem apenas mandar os seus filhos à igreja, mas, devem levá-los. É vendo o pai e a mãe se ajoelharem, que um filho se torna religioso, mais do que ouvindo muitos sermões. A melhor maneira de educar, também na fé, é pelo exemplo. Se os pais rezam, os filhos aprender a rezar; se os pais vivem conforme a lei de Deus, o filhos também vão viver assim, e isto se desdobra em outros exemplos. Os pais precisam rezar com os filhos desde pequenos, cultivar em casa um lar católico, com imagens de santos em um oratório, o crucifixo nas paredes, etc.; tudo isso vai educando os filhos na fé. Alguém disse um dia, que “quando Deus tem seu altar no coração da mãe, a casa toda se transforma em um templo.”

Não apenas leve seu filho à Igreja, mas ensine-o a rezar; leve-o ao grupo de oração, aos Encontros da fé, leia com ele a Biblia e lhe explique, etc. Tudo isso vai moldando a sua fé.

Um aspecto importante da educação religiosa de nossos filhos está ligado com a escola. Infelizmente hoje se ensina muita coisa errada em termos de moral nas escolas; então, os pais precisam saber e fiscalizar o que seus filhos aprendem ali. Infelizmente hoje o Governo está colocando até máquinas para distribuir “camisinhas” nas escolas. Os filhos precisam em casa receber uma orientação muito séria sobre a péssima “educação sexual” que hoje é dada em muitas escolas, afim de que não aprendam uma moral anti-cristã. Outro cuidado que os pais precisam ter é com a televisão; saber selecionar os programas que os filhos podem ver, sem violência, sem sexo, sem massificação de consumo, etc. Hoje temos boas tvs religiosas. A televisão tem o seu lado bom e o seu lado mau. Cabe a nós saber usá-la. Uma criança pode ficar até cerca de 700 horas por ano na frente de um televisor ligado. Mais uma vez aqui, é a família que será a única guardiã da liberdade e da boa formação da criança. Os pais precisam saber criar programas alternativos para tirar as crianças da frente da TV; brinquedos, jogos, estórias, etc. Da mesma forma a internet; os pais não podem descuidar dela.

Mas, para levar os filhos para Deus é preciso também saber conquista-los. O que quer dizer isso? Dar a eles tudo o que querem, a roupa da moda, a camisa de marca, o tênis caro…? Não, você conquista o seu filho com aquilo que você é para o seu filho, não com aquilo que você dá a ele. Você o conquista dando-se a ele; dando o seu tempo, o seu carinho, a sua atenção, ajudando-o sempre que ele precisa de você. Saint Exupéry disse no Pequino Príncipe: “Foi o tempo que você gastou com sua rosa que fez ela ser tão importante para você”.

Diante de um mundo tão adverso, que quer arrancar os filhos de nossas mãos, temos de conquistá-los por aquilo que “somos” para eles. É preciso que o filho tenha orgulho de seus pais. Assim será fácil você o levar para Deus. Muitos filhos não seguem os pais até a Igreja porque não foram conquistados pelos pais.

Conquistar o filho é respeitá-lo; é não o ofender com palavras pesadas e humilhantes quando você o corrige; é ser amigo dos seus amigos; é saber acolhe-los em sua casa; é fazer programas com ele, é ser amigo dele.

Enfim, antes de dizer a seu filho “Jesus te ama”, diga-lhe: “eu te amo”.

Felipe Aquino
felipeaquino@cancaonova.com
Prof. Felipe Aquino, casado, 5 fihos, doutor em Física pela UNESP. É membro do Conselho Diretor da Fundação João Paulo II. Participa de Aprofundamentos no país e no exterior, já escreveu 60 livros e apresenta dois programas semanais na TV Canção Nova: “Escola da Fé” e “Trocando Idéias”. Conheça mais em http://www.cleofas.com.br

Fonte:http://www.cancaonova.com/portal/canais/formacao/internas.php?id=&e=11146

Você Conhece a Deus???

conhecendo Agora eu respondo: Somente agora eu conheço o Senhor de verdade! Antes eu só O conhecia de ouvir falar. (Jó 42:5 BV)

No fim do livro de Jó, ele mesmo chega a uma conclusão muito importante: Apesar de ser um homem temente a Deus e que tinha o próprio testemunho dEle, ele não O conhecia de verdade. Infelizmente isso é muito comum, muitos cristãos ainda não conhecem ao Senhor, apenas ouvem falar dEle. Nós, cristãos, temos uma grande vantagem sobre Jó: O Espírito Santo de Deus derramado sobre as nossas vidas.

Características de Quem Apenas Ouve Sobre Deus, mas não o conhecem ainda:

Ansiedade – Jó chegou a esta conclusão no fim do livro, o que indica que no início não era assim. Então recorramos a Jó 3:25-26: Aquilo que temo me sobrevém, e o que receio me acontece. Não tenho descanso, nem sossego, nem repouso, e já me vem grande perturbação. Podemos ver que Jó não vivia descansado, sossegado. Esta é uma forte característica de quem não conhece a Deus: viver em constante preocupação, stress. Jesus disse: Não andeis ansiosos (Lc 12:22). Paulo tambem escreve isso em Filipenses 4:6.

Não cumpre os mandamentos, a Palavra de Deus – O fato de uma pessoa frequentar uma igreja e, até mesmo, ter o rótulo de cristão não significa que pratique a Palavra e os Mandamentos de Deus. E 1Jo 2:4 (ARA) deixa isto muito claro: Aquele que diz: Eu conheço-o e não guarda os seus mandamentos é mentiroso, e nele não está a verdade.

Permanece no Pecado – Portanto, se permanecermos junto dEle, e lhe formos obedientes, não pecaremos também; mas aqueles que continuam a pecar, devem entender isto: eles pecam porque realmente nunca O conheceram nem chegaram a ser dele (1Jn 3:16 BV)

O que Fazer para conhecê-lo?

Como disse anteriormente, nós cristão temos uma grande vantagem sobre Jó: Jesus rogou por nós. Como assim?? Nós vemos Jesus rogando por Pedro para não desfalecer na fé (Lc 22:32). E mais tarde podemos ver Pedro, apesar de ter negado a Jesus, liderando a Igreja, ressuscitando mortos, curando enfermos, etc..
Mas o que não percebemos é que Jesus tambem rogou por nós. E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, a fim de que esteja para sempre convosco, o Espírito da verdade, que o mundo não pode receber, porque não no vê, nem o conhece; vós o conheceis, porque ele habita convosco e estará em vós (Jo 14:16-17).
Mas para que?? Para, assim como Pedro, não desfalecermos na fé. Como: Andando no Espírito. Digo, porém: andai no Espírito e jamais satisfareis à concupiscência da carne (Gal 5:16). Não cumprindo as concupiscência, não há pecado.
Mas tambem pela necessidade de termos um Consolador. Ec 4:1(ARC) diz: Depois, voltei-me e atentei para todas as opressões que se fazem debaixo do sol; e eis que vi as lágrimas dos que foram oprimidos e dos que não têm consolador; e a força estava da banda dos seus opressores; mas eles não tinham nenhum consolador.
Ainda tem mais, voltando ao assunto inicial, a bíblia declara que quando vier, porém, o Espírito da verdade, ele vos guiará a toda a verdade; porque não falará por si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido e vos anunciará as coisas que hão de vir (Jo 16:13).Jesus disse que Ele é a verdade (Jo 14:6). O Espírito Santo, o Consolador nos guiará no conhecimento do Senhor. Você ainda tem dúvidas, então leia isto:
Entretanto, expomos sabedoria entre os experimentados; não, porém, a sabedoria deste século, nem a dos poderosos desta época, que se reduzem a nada; mas falamos a sabedoria de Deus em mistério, outrora oculta, a qual Deus preordenou desde a eternidade para a nossa glória(…) Mas Deus no-lo revelou pelo Espírito; porque o Espírito a todas as coisas perscruta, até mesmo as profundezas de Deus (1Co 2:6-7,10).

O Espírito Santo foi enviado com o propósito de conhecermos melhor a Deus, como diz no versiculo anterior, as profundezas. A fim de poderdes compreender, com todos os santos, qual é a largura, e o comprimento, e a altura, e a profundidade e conhecer o amor de Cristo, que excede todo entendimento, para que sejais tomados de toda a plenitude de Deus (Ef 3:18-19).
Jesus declarou aos seus discípulos : Tenho ainda muito que vos dizer, mas vós não o podeis suportar agora (Jo 16:12). Logo após, Ele diz que enviaria o Consolador. Para que possamos conhecer a Deus. Chega de apenas ouvir falar dEle. Conheça-o e prossiga no conhecimento (Os 6:3). O problema é que muitas pessoas não proseguem, porém o conhecimento de Deus é infinito assim como Ele é eterno.
Jó descobriu isso, e nós quando vamos acordar para este fato??? Lembre-se nós temos mais que Jó, temos o Espírito Santo de Deus, o nosso Consolador. Há muita gente sofrendo por falta de um Consolador, mas Jesus O enviou para nós. Infelizmente, os demônios opressores ainda estão prevalecendo sobre muitas vidas. Há pessoas que, mesmo batizadas no Espírito Santo, não O ouvem e não se aproximam dEle. E por isso não fazem uso desta dádiva que Deus nos presenteou.

Textos Bíblicos tirados da Biblia Eletrônica E-sword. Salvo os versículos identificados com ARC (Almeida Revista e Corrigida) e BV (Bíblia Viva) Todas as demais correspondem à tradução ARA (Almeida Revista e Atualizada).

ORAÇÃO EFICAZ

C. H. Spurgeon

“Ah, se eu soubesse onde encontrá-lo, e pudesse chegar ao seu tribunal! Exporia ante ele a minha causa e encheria a minha boca de argumentos.” – Jo 23:3, 4

Em sua mais extrema aflição Jó clamou ao Senhor. O supremo desejo de um aflito filho de Deus é, uma vez mais, ver a face de seu Pai. Sua primeira oração não é, “Ah, se eu pudesse ser curado da enfermidade que agora enche meu corpo de chagas!” nem, “Ah, se eu pudesse ver meus filhos trazidos de volta das profunde¬zas da morte e minhas propriedades mais uma vez reavidas das mãos do espoliador!”, mas seu primeiro e mais profundo clamor é, “Ah, se eu soubesse onde encontrá-lo – aquele que é o meu Deus! – e pudesse chegar ao Seu tribunal!”
‘Os filhos de Deus correm para casa quando chega a tempestade. É instinto natural de uma pessoa salva buscar abrigar-se de todos os males sob as asas do Senhor. “Aquele que fez de Deus o seu refúgio”, poderia servir como título para um verdadeiro crente. Um hipó¬crita, quando sente que foi afligido por Deus, se revolta contra a aflição e, como um escravo, foge de seu mestre que o açoitou; o mesmo, no entanto, não acontece com um verdadeiro herdeiro do céu; ele beija a mão que o castigou e busca abrigar-se da vara no seio do mesmo Deus que lhe havia repreendido,
Você perceberá que o desejo de ter comunhão com Deus se intensifica devido terem fracassado todas as outras fontes de consolação. Quando Jó viu seus amigos pela primeira vez à distância, talvez ele tenha alimentado a esperança de que a ternura deles e seus conselhos bondosos mitigassem suador, mas logo depois que eles falaram ele clamou com amargura: “Todos vós sois consoladores molestos.” Eles puseram sal em suas feridas, agravaram sua tristeza, aumentaram censuras acrimoniosas ao amargor de suas aflições. No calor do seu sorriso, anteriormente eles desejaram se aquecer, porém agora ousam duvidar da sua reputação da forma mais injusta e ingrata. Assim sendo, o patriarca volveu–se de seus amigos pessimistas e olhou para o trono celestial, do mesmo modo que um viajante se volta do seu cantil vazio, indo às pressas para o poço. Ele des¬carta as esperanças terrenas e exclama: “Ah, se eu soubesse onde encontrar meu Deus!” Nada nos ensina melhor quão precioso é o Criador, do que a percepção da futilidade de tudo que nos cerca. Quando você se sente terrivelmente afligido pelo juízo, “Maldito o homem que confia no homem e faz da carne o seu braço”, então você fruirá indizível doçura desta segurança divina: “Bem-aventurado aquele cuja confiança está no Senhor e cuja esperança é o Senhor”* Afastando-se com desdenhoso amargor dos favos da terra, onde não encontrou mel, e sim afiados aguilhões, você se regozijará nAquele cuja palavra fiel é mais doce do que o mel ou o favo de mel.
Podemos observar ainda que, embora um bom homem se dirija apressadamente a Deus quando em problemas, e corra velozmente por causa da falta de bondade de seus amigos, muitas vezes a alma redimida é privada da confortável presença de Deus. Esta é a pior de todas as tristezas; o clamor neste texto é um dos gemidos mais profundos de Jó, muito mais profundo do que qualquer outro que tenha surgido por causa da perda de seus filhos e propriedades: “Ah, se eu soubesse onde encontrar meu Deus!” A pior de todas as perdas é perder o sorriso do meu Deus. Já experimentou, então, algo da amargura do clamor de seu Redentor; “Deus meu, Deus meu, porque me desamparastes?” A presença de Deus está sempre com o Seu povo, em certo sentido, quanto a sustentá-lo secretamente, mas Sua presença manifesta eles não gozam constantemente. Assim como a esposa no Cantares de Salomão, eles buscam seu amado pela noite sobre sua cama, procuram-no mas não o acham, e embora se levantem e perambulem pela cidade não podem encontrá-lo, e esta pergunta pode ser feita ansiosamente a todo instante: “Tendes visto aquele a quem minha alma ama?” Você pode ser amado por Deus e não ter consciência desse amor em tua alma. Você pode ser tão querido ao Seu coração como o pró¬prio Jesus Cristo e, no entanto, momentaneamente ser abandonado por Ele, assim como num breve momento de ira Ele pode esconder-Se de você.
Mas, nessas ocasiões o desejo da alma crente aumenta em intensidade devido a luz de Deus ter-lhe sido retirada. Ao invés de dizer orgulhosamente: “Bem, se Ele me deixou então terei que passar sem Ele; se não posso ter Sua confortadora presença devo lutar da melhor forma possível”, a alma exclama: “Não, é a minha própria vida, preciso ter o meu Deus. Pereço, atolo-me em profundo lamaçal, onde se não pode estar em pé, e nada a não ser o braço de Deus pode me libertar”. A alma agraciada se empenha com zelo redobrado para encontrar a Deus, e envia aos céus seus gemidos, súplicas, soluços e suspiros com mais freqüên¬cia e mais fervor. “Ah, se eu soubesse onde encontrá-lo!” Distância ou fadiga não são nada, se a alma somente soubesse para onde ir, logo percorreria a distância. Ela não faz nenhuma exigência acerca de montanhas ou rios, mas promete que se soubesse, chegaria mesmo até ao Seu tribunal. Minha alma em seu desejo ardente quebraria paredes de pedra ou escalaria as ameias dos céus para alcançar seu Deus, e embora existisse sete infernos entre eu e Ele, mesmo assim, encararia as chamas se apenas pudesse alcançá-lO. Nada me desanimaria se tivesse esperança de, ao final, permanecer em Sua presença e sentir o delírio do Seu amor. Esse me parece ser o estado mental no qual Jó proferiu as palavras que estamos considerando.
Mas não podemos parar neste ponto. Parece que o alvo de Jó em desejar a presença de Deus, era para que pudesse orar a Ele. Jó havia orado, porém queria sentir–se na presença de Deus. Ele desejava suplicar ante Alguém que o ouviria e o ajudaria. Ansiava ardentemente expor o seu caso diante do Juiz imparcial, diante da face do Deus todo sábio; e passando das cortes inferiores, onde seus amigos emitiram juízo injusto, ele queria ape¬lar para o Tribunal Superior de justiça – o Alto Tribunal do céu. Lá, segundo ele, “Com boa ordem exporia ante ele a minha causa, e a minha boca encheria de argumentos”.
Neste último versículo citado, Jó nos ensina como ele almejava suplicar e interceder diante de Deus. De certa forma, ele nos revela os segredos do seu íntimo e nos mostra a arte da oração. Aqui somos incorporados ao grêmio dos suplicantes; é-nos mostrado a arte e o mistério da súplica; aqui se nos ensina a abençoada ciência e habilidade da oração, e se nós nos tornarmos aprendizes de Jó, e se pudermos receber uma lição do seu Mestre, poderemos adquirir bastante habilidade para interceder diante de Deus.

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MALAQUIAS

UMA RELIGIÂO SINCERA

Estimulada pelos profetas Ageu e Zacarias, a comunidade judaica, voltando do exílio da Babilônia, reconstruiu o Templo de Jerusalém e retornara sua vida normal. Entretanto cinqüenta anos depois, o desleixo e apatia tomam conta da comunidade. E a fé não é mais força de vida, mas simples culto formalista. Nessa época surge o último dos profetas clássicos. Ele mostra que a submissão à um frio código de leis não tem sentido; Deus que ama como pai, exige uma resposta urgente e espera um comportamento de respeito e amor (1,6). Tal resposta não deve ser dada com palavras, mas na pratica: uma liturgia celebrada com vida e coração (1,6.2,9.3,6-12),uma vida matrimonial responsável (2,10-16) e um relacionamento social baseado na justiça (3,4-5).
Em estilo de perguntas e respostas, Malaquias obriga os ouvintes a rever a própria fé e lutar contra a hipocrisia de uma religião desligada da vida cotidiana e da pratica da justiça.
Malaquias anuncia também um misterioso mensageiro (3,1), no qual os evangelistas reconhecem João Batista, o precursor de Jesus.

Bíblia salva jovem americano da morte

Bala acertou Biblia que menino segurava e salvou sua vida.

Bala acertou Biblia que menino segurava e salvou sua vida.

Uma bíblia pode ter salvo a vida de um jovem americano depois que sua mãe atirou nele a curta distância.

A bala acertou a bíblia que Kenneth Wallace, 16 anos, segurava e ele escapou ileso.

Mas seu irmão James, 6 anos, foi morto a tiros pela mãe um pouco mais cedo, quando assistia televisão em casa, em North Fort Myers, na Flórida.

A mãe, Leslie Wallace, 39 anos, foi perseguida pela polícia e levou alguns tiros. Ela está internada num hospital em estado grave.

A polícia disse que não sabe o motivo dos ataques, mas acredita que Leslie Wallace, ex-integrante da Marinha americana, estava tomando anti-depressivos.

A polícia disse que ela matou o filho James no domingo de manhã e depois seguiu para a igreja New Wine Ministries.

Lá ela atirou contra o filho Kenneth, que esperava do lado de fora segurando a bíblia e um casaco.

O vice-xerife local, Larry King, disse que se ele não estivesse segurando a bíblia, poderia ter morrido, ou ter ficado gravemente ferido.

Depois, Leslie seguiu em direção à pizzaria onde o filho mais velho, Gregory, 19 anos, trabalha.

Mas ele já havia sido avisado e não deixou o prédio.

Leslie então ligou para a polícia e contou que havia matado seu filho mais novo.

A polícia chegou até a pizzaria, onde a capturou depois de troca de tiros.

Ouça a uma ilustração sobre este caso – A_mae_assassina-Biblia_salva.mp3

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É CARNAVAL, E O QUE É ISSO?

carnaval_sol_autoconfianca_23021 Dez mil anos antes de Cristo, homens, mulheres e crianças se reuniam no verão com os rostos mascarados e os corpos pintados para espantar os demônios da má colheita. As origens do carnaval têm sido buscadas nas mais antigas celebrações da humanidade, tais como as Festas Egípcias que homenageavam a deusa Isis e ao Touro Apis.

Os gregos festejavam com grandiosidade nas Festas Lupercais e Saturnais a celebração da volta da primavera, que simbolizava o Renascer da Natureza. Os romanos adoravam comemorar com orgias, bebedices e glutonaria.

A Bacchalia era a festa em homenagem a Baco, deus do vinho e da orgia, na Grécia, havia um deus muitíssimo semelhante a Baco, seu nome era Dionísio, da Mitologia Grega, Dionísio era o deus do vinho e das orgias ou Bacanal.

“O Bacanal ou Bacchanalia era o Festival romano que celebrava os três dias de cada ano em honra a Baco, deus do vinho. Bebedices e orgias sexuais e outros excessos caracterizavam essa comemoração.

O CARNAVAL NO BRASIL
O carnaval foi chamado de Entrudo (Folguedo carnavalesco antigo, que consistia em lançar uns aos outros água, farinha, tinta e etc.) por influência dos portugueses da Ilha da Madeira, Açores e Cabo Verde, que trouxeram a brincadeira de loucas correrias, mela-mela de farinha, água com limão, no ano de 1723, surgindo depois as batalhas de confetes e serpentinas. No Brasil o carnaval é festejado tradicionalmente no sábado, domingo, segunda e terça-feira anteriores aos quarentas dias que vão da quarta-feira de cinzas ao domingo de Páscoa.

Na Bahia é comemorado também na quinta-feira da terceira semana da Quaresma, mudando de nome para Micareta. Esta festa deu origem a várias outras em estados do Nordeste, todas com características baiana, com a presença indispensável dos Trios Elétricos e são realizadas no decorrer do ano; em Fortaleza realiza-se o Fortal; em Natal, o Carnatal; em João Pessoa, a Micaroa; em Campina Grande, a Micarande; em Maceió, o Carnaval Fest; em Caruaru, o Micarú; em Recife, o Recifolia, etc.

No Brasil, o evento é a maior manifestação de cultura popular, ao lado do futebol. É um misto de folguedo, festa e espetáculo teatral, que envolve arte e folclore. Na sua origem, surge basicamente como uma festa de rua. Porém, na maioria das grandes capitais, acaba concentrado em recintos fechados, como sambódromos e clubes.

ORIGEM DA PALAVRA CARNAVAL
São varias as versões sobre a origem da palavra Carnaval. No dialeto milanês, Carnevale quer dizer “o tempo em que se tira para o uso da carne”.

Nós, não devemos concordar de modo algum com essa comemoração que na verdade é em homenagem a um falso deus, patrono da orgia, da bebedice e dos excessos.
Talvez você não concorde comigo, mais veja o que diz a palavra de DEUS:

“Porque os que são segundo a carne inclinam-se para as coisas da carne; mas os que são segundo o ESPÍRITO para as coisas do ESPÍRITO. Porque a inclinação da carne é morte; mas a inclinação do ESPÍRITO é vida e paz. (Rm. 8:5-6)

Você pode está se perguntando a inclinação da carne leva a morte?
De que morte ele está falando?

Estou falando da morte eterna, O homem morre quando permanece longe de DEUS, e o que afasta o homem de DEUS é o pecado, que é manifesto justamente pelas obras da carne. E vivendo na pratica do pecado, ou seja, se inclinando para a carne não poderá herdar a vida eterna que DEUS em JESUS CRISTO preparou para nós.

Temos um texto na palavra de Deus que nos explica com muita clareza esse assunto:

“Ora, as obras da carne são conhecidas e são: prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçarias, inimizades, porfias, ciúmes, iras, discórdias, dissensões, facções, invejas, bebedices, glutonarias e coisas semelhantes a estas, a cerca das quais vos declaro, como já, antes vos disse, que os que cometem tais coisas não herdarão o Reino de DEUS. (Gl. 5:19-20).”

O que você acabou de ler está presente na festa da carne (carnaval), e todas essas praticas e também as que são semelhantes a essas nos afastam de DEUS, ou melhor, nos tornam inimigos de DEUS.

Veja:
“Porquanto a inclinação da carne é inimizade contra DEUS, pois não é sujeita à lei de DEUS, nem em verdade o pode ser; e os que estão na carne não podem agradar a DEUS. (Rm. 8:7-8)”.

Pense nisso tome uma posição e entregue a sua vida ao ÚNICO, SUFICIENTE, EXCLUSIVO E ETERNO SALVADOR JESUS CRISTO o único que pode te livrar da morte e perdoar todos os teus pecados. Procure uma igreja da Paz e Vida mais próxima de você e tome essa decisão o mais rápido possível.

Ouça e assista a estas mensagens sobre o Carnaval:

Vídeo – Carnaval-a_festa_da_carne.wmv

Carne_Versus_espírito.zipO_Primeiro_Carnaval_na_Biblia.zip
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Marcadores: Juanribe Pagliarin, Respostas Bíblicas / Seitas e Heresias

Veja com a lupa do Evangelho

lupaEu sou cristão, mas isso não inibe meus ímpetos de pesquisador e aventureiro. Esta última condição me levou a conhecer muitos guetos curiosos no meio “cristão”. Fui a cultos patrocinados pela ala conservadora, tradicional, ortodoxa, evangelical, liberal, carismática, ecumênica, católica, católica-carismática, pentecostal, neopentecostal e pós-pentecostal. Participei de reuniões de crianças, juvenis, jovens, adultos, casais, universitários, homens/mulheres de negócio, negros/as, indígenas, capitalistas de “Cristo”, socialistas de “Cristo”, sem-teto, cristãos/ãs alternativos/as, punks, metaleiros/as, góticos/as, skatistas, surfistas, sem-terra, judeus messiânicos, elites e excluídos/as de Jesus. Até aqui eu não fugi muito daquilo que é convencional.

Pois bem, experimentei as sextas-feiras da libertação, reuniões das células, noites da unção (do riso, do choro, do grito, do índio, do salto, do grude, do sapato de fogo, do “ei”, do suco, do dente de ouro, do sopro, da dança dos anjos, da lagartixa, dos quatro seres viventes, do piolho etc.), encontrão, encontros com Deus, fogueirinhas, noites da cura divina, vigílias, cultos no monte, convenção para quebra de maldições, encontros de regressão ao ventre materno, retiro espiritual durante três e sete dias, aulas de línguas estranhas, cultos da fogueira, rejeição de pactos demoníacos, cultos para receber o Batismo do Espírito Santo, ministração de técnicas para um louvor que dê resultados eficazes, noite de intercessão pelas cédulas de identidade, roupas e fotos de familiares, encontros para encontrar a cara-metade, campanhas para obter emprego, casamento, livramento, união familiar, jejuns (dias inteiros, meio dia, uma refeição, e jejuns de televisão, namoro, brincadeiras e esportes), votos de submissão, curas espirituais, marchas, reivindicação espiritual de localidades para Jesus, entre outras coisas que eu não consigo me lembrar.

Muitas destas “excentricidades” foram pagas por mim, porém durante um bom tempo (até 1997) quem patrocinava as minhas estripulias espirituais eram meus pais… É cada uma que a gente faz… Em meio a todos estes cultos, reuniões e experiências, apesar da sinceridade de tantos/as, algumas vezes eu me perguntei: Em qual lugar esconderam o Evangelho? Por que Jesus não está presente? O que fizeram com o Espírito Santo? A qual “deus” estão se referindo? Aquele que tem a sua vida radicalmente transformada por Jesus Cristo faz perguntas como estas… mas, nem sempre obtém as respostas. A vida de Cristo deve nos ajudar a filtrar tudo aquilo que lemos, ouvimos e experimentamos. Quem tem a lupa do Evangelho veja…

Graça, paz e bem!

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Fonte:http://edemirantunes.blogspot.com/